| Processo: | 11/12475-8 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2013 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia - Odontopediatria |
| Pesquisador responsável: | Maria Teresa Botti Rodrigues dos Santos |
| Beneficiário: | Maria Teresa Botti Rodrigues dos Santos |
| Instituição Sede: | Centro de Ciências Biológicas e da Saúde. Universidade Cruzeiro do Sul (UNICSUL). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Motricidade orofacial Paralisia cerebral Cárie dentária Salivação |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | hidratação | Motricidade Oral | osmolaridade | paralisia cerebral | saliva | Crianças com Necessidades Especiais |
Resumo
Estudos descrevem como características intrabucais de indivíduos com paralisia cerebral (PC) alta prevalência de cárie dental, doença periodontal, redução na função de auto-limpeza intrabucal, presença de reflexos patológicos orais, falta de entendimento e cooperação para a higiene bucal, bem como possível déficit cognitivo. Foram observados nestes indivíduos redução no fluxo salivar, comprometimento da capacidade tampão salivar, aumento da osmolaridade salivar e proteínas totais, associados a um estado de hipohidratação. Estas condições são consideradas de risco para o desenvolvimento de doenças bucais. Até a presente data não foi encontrado na literatura nenhum estudo sobre hidratação via oral e saliva em indivíduos com PC. O objetivo deste estudo é avaliar o efeito da hidratação oral sobre os parâmetros salivares em indivíduos com PC. Serão convidados 60 indivíduos com PC, na faixa etária de sete a doze anos. Os dados demográficos serão coletados dos prontuários médicos (tipo da desordem do movimento, distribuição da PC, nível do GMFCS e uso de medicação de forma contínua). Os indivíduos serão avaliados quanto à experiência de cárie dentária, peso e estatura e avaliação da motricidade oral. Eles terão sua saliva coletada em três momentos do estudo: baseline (com a quantidade de líquido oferecido pelos cuidadores sem interferência), momento 1 (48 horas após baseline, com registro da quantidade líquida ofertada) e momento 2 (96 horas após baseline, com se possível o dobro do líquido ofertado nas 48h anteriores) para a avaliação do fluxo e osmolaridade salivar. Os responsáveis pelos indivíduos com PC serão orientados sobre preenchimento do diário recordatório referente às 96 horas da coleta dos dados. Seguirão para a fase 2 da pesquisa os indivíduos com PC que não apresentarem valores inferiores ao referência para a variável osmolaridade salivar (<65mOsm/kg H20), no tempo pós hidratação da 1ª fase, porém a hidratação será realizada com líquido espessado. Testes paramétricos/não paramétricos serão usados na dependência do comportamento das variáveis estudadas. Em todos os testes, o nível de rejeição da hipótese de nulidade será fixado em 0,05 (±<5%). (AU)
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