| Processo: | 12/50504-2 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2014 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | João Renato Rebello Pinho |
| Beneficiário: | João Renato Rebello Pinho |
| Instituição Sede: | Instituto de Medicina Tropical de São Paulo (IMT). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Doenças transmissíveis Vírus da hepatite E Hepatite crônica Imunossupressão Genótipo Marcador molecular Prevenção de doenças Estudos transversais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Genotipos | Hepatite Cronica | Hev | Imunossupressao | Precalencia | Zoonose |
Resumo
O vírus da hepatite E (HEV) é um vírus RNA, agente etiológico da hepatite E, uma forma de hepatite viral aguda de curso normalmente autolimitado. Atualmente, a infecção pelo HEV é reconhecida como um considerável problema de saúde pública em diversas regiões do mundo. Nas regiões endêmicas os genótipo 1 e 2 do HEV estão envolvidos nos grandes surtos e também em casos esporádicos. Em países desenvolvidos, a infecção pelo HEV ocorre quase que exclusivamente em pessoas com histórico de viagens para regiões endêmicas, porém durante a última década um número crescente de infecções autóctones tem sido identificado nessas regiões. Nessas infecções os genótipos 3 e 4 têm sido identificados, os quais são comumente encontrado em algumas espécies animais, caracterizando a hepatite E como uma doença com potencial zoonótico. A prevalência do HEV nas diferentes regiões do mundo ainda não é completamente compreendida, assim como os padrões de transmissão e evolução da doença. Esta, habitualmente é reconhecida como benigna e de evolução autolimitada, entretanto, são crescentes as evidências de sua evolução para a cronicidade em indivíduos imunossuprimidos. Além disso, tem sido demonstrado que nesses indivíduos a infecção crônica pelo HEV pode evoluir para fibrose hepática progressiva culminando no desenvolvimento de cirrose. Tais evidências têm feito ressurgir o interesse pelo estudo dos diferentes aspectos da infecção pelo HEV, assim como do próprio agente com o objetivo de melhorar as estratégias de diagnóstico, tratamento e prevenção dessa infecção. No Brasil há poucos estudos que avaliaram a prevalência do HEV e não temos conhecimento acerca do envolvimento desse vírus como agente causai de doença hepática crônica em nosso meio, portanto neste projeto temos por objetivo avaliar a frequência de infecção passada, aguda e crônica pelo HEV entre diferentes populações na cidade de São Paulo. (AU)
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