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Avaliação da persistência do trombo agudo na fase tardia da trombose venosa profunda

Processo: 13/19144-2
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de julho de 2014 - 31 de agosto de 2015
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Joyce Maria Annichino-Bizzacchi
Beneficiário:Joyce Maria Annichino-Bizzacchi
Instituição-sede: Centro de Hematologia e Hemoterapia (HEMOCENTRO). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Pesq. associados:Fernanda Loureiro de Andrade Orsi
Bolsa(s) vinculada(s):14/19595-7 - Avaliação da persistência do trombo agudo na fase tardia da trombose venosa profunda, BP.TT
Assunto(s):Hematologia  Trombose venosa  Embolia e trombose  Ultrassonografia Doppler  Prognóstico 

Resumo

A trombose venosa profunda (TVP) é um dos problemas mais importantes de saúde pública, estima-se que a incidência anual de TVP seja de 67 em cada 100.000 indivíduos na população geral. O tratamento da TVP baseia-se no uso de anticoagulantes e visa evitar complicações da doença. As complicações agudas da TVP são o aumento do trombo e sua embolização, o que pode causar a morte do paciente. Complicações tardias são a síndrome pós-trombótica (SPT), hipertensão pulmonar crônica e a TVP recidivada. O ultrassom com doppler (USD) tornou-se o principal exame para o diagnóstico e acompanhamento da evolução da doença. A análise da imagem do US, no entanto, é um método subjetivo e dependente do operador, particularmente na avaliação da obstrução venosa crônica. A caracterização do trombo venoso é importante, pois pode graduar riscos de embolização e ditar mudanças no tratamento ao longo do tempo. A análise da parede venosa também pode fornecer informações sobre as complicações da doença. Vários estudos têm utilizado análise de imagens de US assistidas em computador para realizar uma avaliação objetiva e quantitativa da ecogenicidade das placas ateroscleróticas de carótida e artérias periféricas. Assim, o emprego dessa análise na TVP poderia contribuir para uma avaliação mais precisa do trombo residual e poderia surgir como um novo marcador de prognóstico da TVP e de risco de recidiva. (AU)