| Processo: | 16/02555-8 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2018 |
| Área do conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Ciência da Computação |
| Pesquisador responsável: | João Luís Garcia Rosa |
| Beneficiário: | João Luís Garcia Rosa |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC). Universidade de São Paulo (USP). São Carlos , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Carlos |
| Pesquisadores associados: | Norberto Garcia Cairasco |
| Assunto(s): | Neurociência computacional Algoritmos Aprendizado computacional Interfaces cérebro-computador Eletroencefalografia Rede nervosa Modelos de disparos neuronais Populações de neurônios |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Eletroencefalografia (EEG) | interfaces cérebro-computador | modelos do cérebro | populações de neuônios | Redes neurais | Neurociência Computacional |
Resumo
Interfaces Cérebro-Computador (Brain-Computer Interfaces - BCI) são uma forma de comunicação que capacita indivíduos incapazes de realizar movimentos a se conectarem a dispositivos auxiliares externos usando a eletroencefalografia (EEG) ou outros sinais cerebrais. As BCIs não-invasivas capturam mudanças no fluxo sanguíneo ou flutuações em campos elétricos e magnéticos causados pela atividade de grandes populações de neurônios. A EEG, uma técnica não-invasiva, mede a atividade elétrica do cérebro em diferentes locais da cabeça, geralmente usando eletrodos colocados sobre o couro cabeludo. Com a remoção adequada de artefatos, processamento de sinal e aprendizagem de máquina, a EEG humana carrega informações suficientes sobre a intenção de planejamento e execução. Modelos cerebrais com base em neurodinâmica procuram entender e representar as razões pelas quais os neurônios são células excitáveis. A corrente elétrica microscópica de cada neurônio soma-se com as correntes de outros neurônios, o que provoca uma diferença de potencial elétrico macroscópica, medida pela EEG, que registra a atividade mesoscópica dos padrões de populações de neurônios. Isto é, um bom modelo neural deve reproduzir a dinâmica de neurônios, tendo em conta as propriedades dinâmicas de populações de neurônios, além das propriedades eletrofisiológicas de neurônios individuais. O objetivo é mostrar como o entendimento da atividade elétrica do cérebro, medido de forma não invasiva pela EEG, pode fornecer uma maneira para permitir a comunicação sem movimentos musculares. A intenção é, a partir do estudo do comportamento neurodinâmico do cérebro, investigar formas e propor modelos que permitam criar interfaces cérebro-computador não-invasivas. Nas últimas décadas, as BCIs baseadas em EEG têm atraído a atenção de pesquisadores no campo da neurociência, engenharia neural e reabilitação clínica. O plano é usar os dados obtidos através da BCI para analisar os movimentos pré-motores, mudanças no cérebro que ocorrem antes que haja realmente um movimento, e aplicá-los a um tratamento adequado de dispositivos protéticos (AU)
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