| Processo: | 09/54187-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2014 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular |
| Pesquisador responsável: | Ana Campa |
| Beneficiário: | Franciele Hinterholz Knebel |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Neoplasias Proliferação celular Inflamação Proteínas da fase aguda Proteína amiloide A sérica Invasão celular |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Amiloide Serica A | Cancer | Inflamacao | Invasao | Proliferacao | Sinalizacao |
Resumo A proteína de fase aguda Amilóide sérica A (SAA) é conhecida por modulares processos inflamatórios e foi descrita como o mais novo marcador de progressão tumoral. Isto porque trabalhos demonstram aumento sérico de SAA em neoplasias humanas. Esta constatação é suportada ainda pelo fato de SAA ser produzida de forma constante e tênue em processos crônicos e estes contribuírem na gênese e progressão de tumores. Numa abordagem inédita nosso objetivo tem sido avaliar o efeito direto de SAA sobre duas linhagens de glioblastomas humanos (projeto de mestrado FAPESP nº 07/56864-2). Trabalhando com as linhagens A172 e T98G, mostramos que SAA afeta a produção de citocinas e outros fatores relacionados ao crescimento e disseminação de tumores (MMPs e RECK). Nossas investigações também permitiram verificar que glioblastomas são capazes de expressar e produzir a proteína SAA. Os efeitos de SAA sobre o crescimento, migração e invasão dependeram da linhagem e da concentração da proteína e sugerem que SAA seja importante para a biologia dos tumores, exercendo tanto efeitos pró quanto anti-neoplásicos. Assim sendo, neste projeto nos propomos a analisar o efeito da SAA sobre o citoesqueleto da célula e adesões focais" atividade enzimática das MMPs, ciclo celular, apoptose e necrose, vias de sinalização, receptores, produção de espécies reativas de oxigênio (ROS). Também avaliaremos o efeito da hipóxia sobre a produção de SAA pelas células tumorais. Também pretendemos identificar indutores de SAA em tumores e ainda, avaliar o impacto da super-expressão e supressão de SAA nos mesmos. Este estudo permitirá reconhecer os mecanismos pelos quais SAA age sobre células tumorais e uma ação autócrina para esta proteína e contribuirá com a compreensão de como os processos inflamatórios interferem na progressão tumoral. (AU) | |
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