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Produção de mudas de aroeira pimenteira (Schinus terebinthifolius Raddi) a partir de resíduos AGROINDUSTRAIS e lodo de esgoto compostado

Processo: 11/06251-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2011
Vigência (Término): 30 de junho de 2013
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Recursos Florestais e Engenharia Florestal - Silvicultura
Pesquisador responsável:Francisca Alcivania de Melo Silva
Beneficiário:Giovanna Margheri Nunes
Instituição-sede: Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Registro. Registro , SP, Brasil
Assunto(s):Compostagem   Substratos   Lodo de esgoto

Resumo

A busca de alternativas ambientalmente corretas para a disposição final de lodos de esgoto tem se mostrado um dos maiores desafios nos processos de tratamento de efluentes. O uso desses materiais na produção de mudas florestais, vem surgindo como uma técnica promissora. Além da disposição final dos resíduos gerados nas Estações de Tratamento de Esgotos (ETEs), o Vale do Ribeira tem como desafio a disposição/aproveitamento de resíduos da industrialização do palmito e da banana, atividades com considerável potencial poluidor. Objetivo desse trabalho é possibilitar um destino técnico e ecologicamente correto para a disposição final do lodo de esgoto gerado pela ETE do município de Ilha Comprida, SP, bem como o de resíduos das agroindústrias do palmito e da banana, viabilizando a produção de substratos e mudas florestais de qualidade. O trabalho está previsto para ser executado em três etapas: a) a primeira prevê a caracterização física, química e biológica do lodo de esgoto; b) a segunda etapa prevê a compostagem para de tratamento valorização e estabilização dos lodos, além da incorporação de diferentes proporções de resíduos das agroindústrias da banana e da pupunha formando a base dos substratos. Essa etapa prevê ainda a caracterização física, química e biológica dos materiais produzidos através de testes-padrão para avaliação da qualidade de substratos e a testes com mudas florestais. A pesquisa, prevista para ser realizada em 2 anos, será conduzida no Campus Experimental de Registro. A expectativa é de que sejam produzidos substratos de qualidade e baixo custo, como alternativa para a disposição final de resíduos das ETEs e das agroindústrias em atividade do Vale do Ribeira.