| Processo: | 11/19053-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2012 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Geofísica |
| Pesquisador responsável: | Yára Regina Marangoni |
| Beneficiário: | Murilo Bellini Lacerda |
| Instituição Sede: | Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Anomalias Mapa geológico Gravimetria Espectrometria Goiás Tocantins |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | aeromagnetometria | gravimetria | íntrusão máfica | gravimetria e magnetometria |
Resumo A Província Tocantins situa-se entre os crátons do São Francisco a leste e Amazônico a oeste e é limitada ao norte e ao sul pelas bacias sedimentares do Parnaíba e Paraná, respectivamente. A Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM) realizou um aerolevantamento na área, e disponibilizou dados magnéticos e de espectrometria gama do projeto Serra da Mesa. O IAG dispõe de dados gravimétricos na área de estudo. Os mapas de intensidade total do campo magnético, destacam-se duas anomalias nas coordenadas 48,8oW e 12,7oS. A forma das anomalias, sendo um positivo, um negativo e um positivo, alinhados praticamente na direção N-S indica que a magnetização é quase que exclusivamente induzida, e próxima ao equador magnético (época do levantamento: 1973). Essas anomalias magnéticas não apresentam resposta gravimétrica, contudo a cobertura de dados gravimétricos da área é muito baixa, impossibilitando correlação entre os dados. No mapa geológico da região também não há corpos mapeados nas coordenadas das anomalias, sugerindo que estes não afloram. Essas anomalias parecem encaixadas ao longo de estruturas magnéticas lineares, longas e estreitas de direção NE-SW. Pretende-se estudar e investigar estas anomalias. Para isso, os dados serão analisados usando filtros no domínio da frequência, com a técnica de FFT (Fast Fourrier Transform), e técnicas para realce do sinal magnético sobre as anomalias de interesse e delimitação das bordas dos corpos. Outros filtros e processamentos podem ser implementados conforme a necessidade. Ao final será realizada a inversão do corpo a partir dos dados magnéticos.(AU) | |
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa: | |
| Mais itensMenos itens | |
| TITULO | |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): | |
| Mais itensMenos itens | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |