| Processo: | 11/22609-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2012 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - Educação - Tópicos Específicos de Educação |
| Pesquisador responsável: | Alessandra de Morais Shimizu |
| Beneficiário: | Bruna Assem Sasso dos Santos |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia e Ciências (FFC). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Marília. Marília , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Epistemologia Psicologia cultural-histórica Desenvolvimento infantil Escolas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Desenvolvimento Infantil | escola | fala egocentrica | psicologia genética | Psicologia Histórico-Cultural | Epistemologia e Psicologia Genéticas |
Resumo O referido trabalho trata-se de uma pesquisa aplicada, de abordagem qualitativa. Embora o objetivo deste projeto de pesquisa não se detenha em firmar qual teoria é mais plausível para explicar o fenômeno da fala egocêntrica, inicialmente, procurar-se-á compreender a fala egocêntrica em Piaget e Vigotski, através de uma pesquisa bibliográfica, e as implicações educacionais decorrentes para tais autores. Além disso, a partir de um estudo que será realizado com professoras da Educação Infantil e dos primeiros anos do Ensino Fundamental, buscar-se-á delinear as representações de tais professoras a esse respeito e sua proximidade tanto com a teoria de Piaget e de Vigotski, quanto com as implicações educacionais decorrentes. Devido, principalmente, à questão epistemológica que diverge as teorias de Vigotski e Piaget, repreender a fala egocêntrica das crianças, para o primeiro, traria implicações cognitivas, enquanto que para o segundo, pelo fato da fala egocêntrica não desempenhar nenhuma função objetivamente útil no comportamento da criança, estariam mais explícitos fatores que interferem no coeficiente de egocentrismo, ao invés de outros tipos de consequências. Porém, pressupõe-se que as representações de professoras se aproximem mais do senso comum do que das teorias de Piaget e Vigotski sobre a fala egocêntrica, e que, se comprometerem alguma consequência ao ato de repreender a linguagem egocêntrica da criança, relacionarão apenas ao aspecto cognitivo, apartando-a do campo moral. (AU) | |
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