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Tetraspaninas e carcinoma de vulva: Correlação da expressão protéica de CD9, CD63, CD81 e CD82 com a infecção pelo HPV.

Processo: 12/22613-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de abril de 2013
Vigência (Término): 31 de março de 2014
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Microbiologia - Biologia e Fisiologia dos Microorganismos
Pesquisador responsável:Kátia Cândido Carvalho
Beneficiário:Leonardo Tomiatti da Costa
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Tetraspaninas   Imuno-histoquímica   Infecções por Papillomavirus   Microbiologia aplicada

Resumo

O câncer de vulva corresponde a cerca de 95 % dos tumores vulvares. O câncer de vulva apresenta bom prognóstico quando diagnosticado precocemente e a sobrevida depende do comprometimento dos linfonodos inguinais, sendo que cerca de 30 % das pacientes apresentam metástase linfonodal. Em mulheres mais jovens, o carcinoma de vulva, geralmente, está relacionado à infecção pelo vírus do papiloma humano (HPV). Atualmente, pouco se sabe sobre os mecanismos que dirigem o comportamento biológico do câncer vulvar. Sendo assim, a identificação de fatores envolvidos na gênese ou no desenvolvimento deste câncer pode contribuir tanto para o entendimento dessa neoplasia como para novos conceitos de tratamento. Nesse sentido, as tetraspaninas (TSPAN) são proteínas envolvidas em diversos processos fisiológicos, como: proliferação celular, migração celular, sinalização, invasão celular, entre outros. A redução ou perda de expressão de TSPAN é freqüentemente reportada em lesões metastáticas, tumores com pior prognóstico e baixa taxa de sobrevida. Além disso, a participação dessas moléculas em infecções virais, inclusive pelo HPV16, tem sido reportada na literatura. O objetivo desse projeto é analisar o perfil da expressão protéica das tetraspaninas CD9, CD63, CD81 e CD82 no carcinoma de vulva e em tecido de borda normal. Adicionalmente, avaliar a correlação entre a expressão dessas moléculas com a infecção pelo HPV. As amostras serão obtidas no Departamento de Anatomia patológica do Hospital A. C. Camargo. Blocos de parafina contendo os tecidos (150 casos) serão utilizados para construção de TMAs (tissue microarray), que serão utilizados em reações de imunoistoquímica. Os resultados serão submetidos à análises estatísticas para verificação da correlação entre a expressão dessas moléculas com os dados clínicos e anatomo-patológicos das pacientes.

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