| Processo: | 13/12336-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2014 |
| Área de conhecimento: | Engenharias - Engenharia de Materiais e Metalúrgica |
| Pesquisador responsável: | Ana Paula Lemes |
| Beneficiário: | Mateus dos Santos Silva |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciência e Tecnologia (ICT). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São José dos Campos. São José dos Campos , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Biomateriais Nanocristais de celulose Hidrogéis Nanocompósitos Quitosana Teste de biocompatibilidade Ensaios de compressão Microscopia eletrônica de varredura Espectroscopia de luz próxima ao infravermelho |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | hidrogel | nanocompósitos | Nanocristais de celulose | quitosana | Biomateriais |
Resumo Devido a sua biocompatibilidade e não toxicidade, a quitosana apresenta uma série de possíveis aplicações na produção de biomateriais, incluindo bioadesivos, agentes cicatrizadores, curativos e scaffolds para engenharia de tecidos entre outras. Esse biopolímero pode ser utilizado na forma de filmes, géis, cápsulas ou soluções, etc. Porém suas baixas propriedades mecânicas consistem na principal limitação de sua aplicação. Muitos trabalhos na literatura têm utilizado nanocristais de celulose como agentes de reforço em matrizes de quitosana. Porém, a maioria desses estudos avalia o efeito da introdução de nanocristais de celulose em filmes de quitosana, sendo poucos os que avaliam o efeito em hidrogéis de quitosana. Dessa forma, esse projeto visa o desenvolvimento de um hidrogel de quitosana reticulado com glutaraldeído e reforçado com nanocristais de celulose a fim de analisar as possíveis interações entre os componentes desse nanocompósito e obter um material com propriedades que possibilitem sua aplicação na área médica. Para tanto, os hidrogéis serão produzidos com diferentes concentrações de nanocristais de celulose e caracterizados por Microscopia Eletrônica de Varredura, Espectroscopia de Infravermelho, Ensaios de Compressão Uniaxial, e Capacidade de Intumescimento. | |
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