| Processo: | 14/00278-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2015 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Genética - Genética Humana e Médica |
| Pesquisador responsável: | Mayana Zatz |
| Beneficiário: | Gabriel Bandeira Do Carmo |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Doença de Alzheimer Genética populacional Apolipoproteínas E |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Apoe | Doença de Alzheimer | Genética de populações | Genética de Populações |
Resumo A doença de Alzheimer (DA) é a forma mais comum de demência em idosos. Cerca de 5% dos casos são familiais, com padrão mendeliano de herança e com início precoce (<40 anos). A maioria são casos esporádicos com início tardio e um padrão de herança multifatorial (LOAD ou Late Onset Alzheimer Disease). Diversos fatores de risco foram identificados até o momento, dentre os quais estão os polimorfismos do gene APOE. Este gene codifica a Apolipoproteína E, membro de uma família proteica diretamente relacionada ao metabolismo e à circulação de lipídios e colesterol no plasma sanguíneo. Há três alelos frequentes encontrados na população mundial: µ2, µ3 e µ4, com distribuição variada dependendo da população estudada. O alelo µ4 é considerado como fator de risco para o desenvolvimento tardio da DA e o alelo µ2 é tido como protetor. No entanto, a DA de início tardio é uma doença complexa e o genótipo de APOE não é preditor da manifestação da doença, uma vez que outros fatores genéticos e ambientais contribuem para a fisiopatologia da doença. Mesmo assim, estes polimorfismos são recorrentemente associados à DA. O objetivo deste estudo é verificar a distribuição dos alelos do gene APOE em uma amostra do Banco de Cérebros da Faculdade de Medicina - USP, que conta com cerca 1600 amostras. Será realizado um estudo de correlação entre as variantes de APOE e o diagnóstico de DA nesta população. Essa amostra será comparada a uma amostra de 1500 idosos dos quais pelo menos 25% permanecem saudáveis (física e cognitivamente) após os 80. O estudo comparativo da distribuição dos alelos APOE nesses dois grupos permitirá estudos da correlação genótipo-fenótipo associado à mortalidade e longevidade saudável em uma amostra grande de indivíduos da população brasileira. (AU) | |
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