| Processo: | 14/03917-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2014 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Enfermagem - Enfermagem Médico-cirúrgica |
| Pesquisador responsável: | Maria Virginia Martins Faria Faddul Alves |
| Beneficiário: | Mariana Gonçalves Roseghini |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FMB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Enfermagem médica Cuidados de enfermagem Cuidados paliativos na terminalidade da vida Doente terminal Morte Hospitalização Pessoal de saúde Consentimento esclarecido Inquéritos e questionários Análise quantitativa |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Cuidados de Enfermagem | Cuidados Paliativos na Terminalidade da Vida | Doente terminal | Morte | Enfermagem Clínica |
Resumo Resumo:A morte é considerada um processo natural da existência humana, uma das únicas certezas de que o ser humano tem, porém, não é um assunto simples de se tratar. A morte é um evento biológico que encerra uma vida. Nenhum outro evento vital é capaz de suscitar, nos seres humanos, mais pensamentos dirigidos pela emoção e reações emocionais que ela, seja no indivíduo que está morrendo, seja naqueles à sua volta. Nos dias atuais, a morte ocorre na maioria das vezes no ambiente hospitalar, sendo um desafio para os profissionais da área da saúde, que apesar de conviverem com essa realidade rotineiramente, não sabem enfrentá-la de modo correto. O enfrentamento da morte tem por principio o desenvolvimento de sua própria compreensão, tendo por dimensão os conceitos de irreversibilidade e universalidade. A irreversibilidade refere-se à compreensão de que o corpo físico não pode viver depois da morte, portanto, inclui o reconhecido da impossibilidade de mudar o curso biológico ou de retornar a um estado prévio. A universalidade refere-se a compreensão de que tudo o que é vivo morre. Elizabeth Kubler Ross foi a pioneira em descrever as atitudes e reações emocionais suscitadas pela aproximação da morte, e tem mostrado em seus estudos que esse enfrentamento é difícil para os profissionais da saúde. A experiência profissional nos mostra que a abordagem dessa temática tem sido feita de maneia muito rápida e superficial durante a formação do enfermeiro, não havendo momentos formalmente estipulados no currículo para que a discussão sobre o morrer e a morte aconteça. Profissionais pouco aptos a prestar cuidados de maneira mais abrangente a pessoas que vivenciam sua finitude, bem com suas famílias. Esse despreparo para o cuidado a essas pessoas é sentido pelos enfermeiros e pode favorecer a fuga de uma situação de confronto com seus próprios medos e angústias, levando-os a limitarem-se, na maioria das vezes, a cuidar do corpo que "falece", e não do ser humano que morre. Diante da relevância do tema, esta pesquisa tem por objetivo levantar o conhecimento dos profissionais de enfermagem que trabalham em uma unidade de internação clínica de um hospital escola do interior paulista. Será um estudo descritivo e quantitativo. A população será composta pelos enfermeiros, auxiliares e técnicos de enfermagem da Seção de Clínica Médica 1 do Hospital das Clínicas de Botucatu, sendo aplicado um questionário desenvolvido para esta pesquisa. Os profissionais serão comunicados e esclarecidos do objetivo desta pesquisa pela pesquisadora e após aceitarem a participação e assinarem o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) responderão ao questionário.Participarão desta pesquisa todos os profissionais de enfermagem que trabalham na referida unidade e que aceitarem participar da pesquisa.Esta pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Faculdade de Medicina de Botucatu, parecer 520.377. Os dados serão descritos em número absoluto e porcentagem e será feita a análise descritiva dos dados.Palavras Chaves: Morte; Cuidados Paliativos na Terminalidade da Vida; Cuidados de Enfermagem; Doente Terminal | |
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