| Processo: | 14/16913-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Enzimologia |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Sandro Roberto Marana |
| Beneficiário: | Maira Artischeff Frutuoso |
| Instituição Sede: | Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | beta-Glicosidases |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | beta-glicosidases | estabilidade | subdomínios | Relação Estrutura-Função |
Resumo Domínios são definidos como unidades independentes e de dobramento estável que formam a estrutura das proteínas (Richardson, 1981; Dootlitle, 1995; Porter e Rose, 2012). Recentemente foi desenvolvido um método que se baseia na determinação da estabilidade relativa de segmentos proteicos in situ e incisados para delimitação de domínios. Interessantemente quando aplicado para Triosefosfato Isomerase humana (TIM), uma proteína que adota um dobramento (beta/alfa)8 barril, este método localizou 2 domínios que correspondem às metades N- e C-terminais (Porter e Rose, 2012). Coerentemente a análise da estrutura de beta-glicosidases GH1, que são (beta/alfa)8 barris, segundo um método de localização de domínios baseado no mapa de contatos da estrutura proteica, também revela a presença de 2 domínios que coincidem com as metades N- e C-terminais (Smith et al., 2013). Portanto estes resultados contrastam com a visão dominante que assume o (beta/alfa)8 barril como um domínio único e sugerem que de fato esta estrutura seria composta por dois subdomínios que correspondem a "meio-barris" (beta/alfa)4.Considerando que as metades N- e C-terminal que compõem a estrutura das proteínas (beta/alfa)8 sejam consideravelmente estáveis e independentes, como sugerem os estudos de identificação de domínios, o objetivo geral deste projeto é avaliar como as propriedades individuais destes "subdomínios (beta/alfa)4" se combinam e definem as propriedades do (beta/alfa)8 barril das beta-glicosidases da família GH1. As beta-glicosidases Tmbglu de Thermatoga maritima (termófila) e bglA e bglB de Paenebacillus polymyxa (mesófilas) e quimeras originadas a partir da transferência das metades N- e C-terminal entre estas beta-glicosidases (NTmbglu-CbglB, NbglB-CTmbglu, NbglA-CbglB e NbglB-CbglA) serão usadas como modelos experimentais. As propriedades avaliadas serão a estabilidade térmica e estabilidade frente ao desnaturante uréia.Deste modo, considerando que Tmbglu e bglA tenham termoestabilidade claramente distinta, caso os "subdomínios" (beta/alfa)4 sejam de fato unidades estruturais ao menos parcialmente independentes, será possível traçar sua presença nas quimeras por meio de variações nas constantes de velocidade e nas temperaturas de transição (Tm) da inativação térmica das enzimas quiméricas. Em tese NbglA-CbglB e NbglB-CbglA que combinam "subdomínios" similares teriam termoestabilidade próxima das enzimas nativas bglA e bglB, enquanto NTmbglu-CbglB e NbglB-CTmbglu apresentariam termoestabilidade distinta de bglB. Adicionalmente, assumindo que os "subdomínios" (metades N e C-terminais) de Tmbglu, bglA e bglB sejam unidades independentes e com estabilidade definida frente à ureia (Porter e Rose, 2012), será possível verificar como cada um destes "subdomínios" contribui para estabilidade destas beta-glicosidases frente às diferentes concentrações deste desnaturante comparando o parâmetro "m" (Pace e Scholtz, 1997) calculado individualmente para os "subdomínios" com aqueles determinados experimentalmente para as proteínas quiméricas e nativas | |
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