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Os sistemas de espaços livres na constituição da forma urbana contemporânea no Brasil: produção e apropriação QUAPA-SEL II

Processo: 14/24445-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2014
Vigência (Término): 30 de novembro de 2015
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Arquitetura e Urbanismo - Paisagismo
Pesquisador responsável:Silvio Soares Macedo
Beneficiário:Heloisa Ikeda Akiyama
Instituição-sede: Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:11/51260-7 - Os sistemas de espaços livres na constituição da forma urbana contemporânea no Brasil: produção e apropriação. QUAPA-SEL II, AP.TEM
Assunto(s):Espaços livres

Resumo

Esta proposta é continuação do projeto temático de pesquisa "Os Sistemas de Espaços Livres e a Constituição da Esfera Pública Contemporânea no Brasil", desenvolvido nos anos de 2006-2011 no Laboratório QUAPÁ da FAUUSP em conjunto com o Grupo de Pesquisa "Requalificação Urbana" do CEATEC/ PUC-Campinas, processo FAPESP nº 2006/56623-2 com o envolvimento da Rede Nacional de Pesquisa QUAPÁ-SEL. Trata-se de novo Projeto Temático que visa investigar as relações entre os sistemas de espaços livres e a produção da forma urbana das cidades brasileiras na atualidade. O objeto é complexo (MORIN, 2008): não são os espaços livres nem a forma urbana em si, mas as relações que se estabelecem entre ambos que constituem o foco desta pesquisa. Tais relações constituem sistema, apresentam estrutura e organização que contém em seu interior, dialeticamente, as relações que a estabelecem e que a desestabilizam. Impõe-se abordagem crítica para apreender o processo socioespacial de constituição das formas, e o que é comum à produção do espaço a nível nacional e para cada local investigado. Aprofunda-se o entendimento do papel dos principais agentes da produção do objeto investigado - do espaço concebido ao espaço vivido (LEFÈBVRE, 1974) - e estabelece critérios de qualidade que considerem as especificidades locais - do clima às manifestações culturais - e as possibilidades de arranjo dos espaços livres e edificados integrantes do sistema espacial quanto às suas formas, funções e apropriações. Não se trata de criar manual da boa forma urbana, mas de estabelecer princípios teóricos e consolidar métodos de avaliação contribuindo para as diversas escalas de planejamento e de projeto do espaço urbano, com ênfase na vida pública.