| Processo: | 15/18483-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 09 de outubro de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 08 de janeiro de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - Geografia - Geografia Humana |
| Pesquisador responsável: | Ricardo Mendes Antas Jr |
| Beneficiário: | Flavio de Campos Vendrusculo |
| Supervisor: | Harald Bathelt |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | University of Toronto (U of T), Canadá |
| Vinculado à bolsa: | 13/22370-4 - As feiras e congressos médicos como círculos de cooperação no espaço: a integração do complexo industrial da saúde e a inserção da lógica corporativa no hospital, BP.MS |
| Assunto(s): | Geografia urbana |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Circulos de Cooperação no Espaço | Clusters temporários | complexo industrial da saúde | Congressos Médicos | Feiras médicas | Fluxos de conhecimento | Geografia urbana |
Resumo Este projeto de pesquisa foi projetado para orientar futuros desenvolvimentos na tentativa de compreender a natureza, extensão e estrutura de interação e aprendizado que ocorre em feiras médicas e congressos médicos. Até agora, a pesquisa foi conduzida para compreender como feiras e congressos médicos são importantes instrumentos de conexão entre uma oferta e demanda geograficamente dispersa, colocando em contato agentes econômicos de diferentes complexos industriais (Gadelha, 2003). No etanto, ao longo do processo de investigação foram descobertas lacunas conceituais e analíticas que apontam para a necessidade de fornecer uma interpretação geográfica sobre como se dá a circulação de conhecimento no complexo industrial da saúde (CIS) através das feiras e congressos médicos. A problemática aqui exposta incidirá sobre o papel que as feiras feiras e congressos possuem como clusters temporários (Bathelt, Malmberg, Maskell, 2004), ao fazer circular o conhecimento entre os agentes geograficamente dispersos de diferentes complexos infustriais da saúde, portanto, tanto num contexto nacional e internacional. Neste sentido, entendendo melhor como o conhecimento é criado e como ele circula nessas situações de contato face-a-face temporário, ajudando empresas e especialistas em medicina para superar os problemas de escassez de informação e incerteza, nos ajudará a ampliar nossa compreensão sobre como a globalização da indústria da saúde depende da criação de círculos de cooperação (Santos, 1988, 1985), em nível nacional e internacional. | |
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