| Processo: | 16/06612-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Física - Física da Matéria Condensada |
| Pesquisador responsável: | Osvaldo Novais de Oliveira Junior |
| Beneficiário: | Robson Rosa da Silva |
| Instituição Sede: | Instituto de Física de São Carlos (IFSC). Universidade de São Paulo (USP). São Carlos , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 13/14262-7 - Filmes nanoestruturados de materiais de interesse biológico, AP.TEM |
| Assunto(s): | Técnicas biossensoriais Celulose bacteriana Nanopartículas metálicas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Biossensor impresso | Celulose bacteriana | fibroína | Implantável | Impressão por jato-de-tinta | nanopartículas metálicas | Biossensores |
Resumo Biossensores implantáveis ainda apresentam muitas restrições para monitoramento de longo duração, e não há relatos na literatura de uso por meses ou mais. A principal razão para essa limitação é que os biossensores não são totalmente biocompatíveis ou são bio-absorvíveis pelos tecidos biológicos. Neste Projeto, pretendemos fabricar biossensores enzimáticos implantáveis e flexíveis com a técnica de impressão por jato-de-tinta, para monitoramento de longa duração, da ordem de meses. Serão usados os polímeros naturais fibroína da seda e celulose bacteriana, e peroxidase de raiz forte (HRP) como enzima modelo. A fibroína foi selecionada porque induz aumento do tempo de vida de enzimas, e será usada em soluções aquosas tanto na preparação do suporte flexível quanto na tinta para impressão da camada ativa que contém a enzima. A técnica de detecção para o biossensoriamento será espectroscopia de impedância elétrica numa arquitetura de eletrodos interdigitados impressos com tinta de fibroína contendo nanopartículas condutoras de Au e/ou Ag. O dispositivo impresso final será revestido com uma camada de hidrogel de celulose bacteriana, que é biocompatível e não é bio-absorvida rapidamente por tecidos biológicos. A combinação de polímeros naturais e impressão por jato-de-tinta pode permitir a produção de biossensores implantáveis, flexíveis, de longa duração, e potencialmente de baixo custo. Pela duração inicial do Projeto, não prevemos testes in vivo, entretanto buscaremos parcerias ao longo da pesquisa. | |
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