| Processo: | 17/08402-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia |
| Pesquisador responsável: | Ana Lia Anbinder |
| Beneficiário: | Giovanna Lotto |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciência e Tecnologia (ICT). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José dos Campos. São José dos Campos , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Vibrações Ligamento periodontal Periodontite Patologia bucal |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | ligamento periodontal | movimentação ortodontica | Periodontite | Vibração | Patologia bucal |
Resumo A vibração mecânica tem se mostrado eficiente no reparo ósseo e de tecidos moles, pois através dos estímulos mecânicos, ocorrem alterações celulares, podendo estimular ou inibir as células. Além disso, a vibração vem sendo utilizada no tratamento ortodôntico, podendo auxiliar na movimentação dentária. Existem no mercado aparelhos que emitem vibrações com indicação para uso durante o tratamento ortodôntico. O AcceleDent (OrthoAccel® Technologies, Houston, Texas, EUA) produz 30 Hz e deve ser utilizado diariamente por 20 minutos. Este aparelho já está no mercado, mas até onde vai nosso conhecimento, não existem na literatura estudos sobre os efeitos da vibração mecânica na doença periodontal. O objetivo deste trabalho é avaliar o protocolo de vibração mecânica utilizada pelo AcceleDent em células do ligamento periodontal desafiadas por LPS de Porphyromonas gingivalis, simulando a doença periodontal in vitro. Serão cultivadas células de fibroblastos do ligamento periodontal (hPdLF) desafiadas por LPS. Após a adição do LPS (ou PBS), as placas receberão o protocolo de vibração (30 Hz por 20 min), e 2 horas após o início da vibração, será avaliada a viabilidade celular e posteriormente será realizada a coleta do sobrenadante para quantificação de IL-1² e TNF-±. O mesmo procedimento de vibração será repetido 24 h e 48 h após a adição de LPS/PBS, sendo que as análises ocorrerão 2 h depois da primeira e terceira sessões de vibração. Os dados serão submetidos ao teste estatístico mais conveniente, ao nível de 5%. | |
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