| Processo: | 17/08984-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Botânica - Taxonomia Vegetal |
| Pesquisador responsável: | Ana Paula Fortuna Perez |
| Beneficiário: | Thiago Cobra e Monteiro |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Fabaceae Táxons Morfologia vegetal |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | análises morfológicas | Cajaninae | fabaceae | sinonímia | Taxonomia | Táxons | Sistemática Vegetal |
Resumo Rhynchosia Lour. possui distribuição pantropical, apresentando dois principais centros de diversidade para as cerca de 230 espécies, um na África (140 spp.) e outro nas Américas, onde é registrada a ocorrência de 55 espécies, das quais 19 ocorrem no Brasil. O mais recente tratamento taxonômico do gênero foi publicado por Grear em 1978, que tratou apenas as espécies americanas. Morfologicamente, Rhynchosia é bastante uniforme, dificultando a delimitação das espécies. Pode ser caracterizado por apresentar folhas unifolioladas ou trifolioladas com estípulas persistentes ou caducas, inflorescências racemosas laxas ou congestas, com flores amarelas, cálice com 5 lobos bem desenvolvidos, e fruto do tipo legume, com duas sementes. Duas espécies deste gênero apresentam problemas de identificação, Rhynchosia minima (L.) DC. e R. edulis Griseb., e merecem uma atenção especial para um estudo taxonômico, pois possuem características morfológicas que se sobrepõem, ocasionando muitas vezes identificações errôneas nos herbários. Assim, este trabalho tem por objetivo o estudo morfométrico de caracteres vegetativos e reprodutivos com a finalidade de avaliar os limites destas duas espécies de Rhynchosia. Considerando os caracteres que já são utilizados como diagnósticos para R. minima e R. edulis, pretende-se também avaliar e selecionar os caracteres discriminantes mais importantes para estes táxons em análise. Os dados serão tratados por métodos de análise multivariada, UPGMA e PCA. Com isso, de acordo com o padrão observado através dos resultados obtidos das análises multivariadas será possível verificar se as espécies irão se manter como táxons separados ou se poderão ser sinonimizadas sob um único táxon. (AU) | |
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