| Processo: | 18/02544-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Zoologia - Taxonomia dos Grupos Recentes |
| Pesquisador responsável: | Miguel Trefaut Urbano Rodrigues |
| Beneficiário: | Juliana Figueiredo de Lima |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 11/50146-6 - Filogeografia comparada, filogenia, modelagem paleoclimática e taxonomia de répteis e anfíbios neotropicais, AP.BTA.TEM |
| Assunto(s): | Biodiversidade Filogenia Filogeografia Répteis Anfíbios Região neotropical Mudança climática |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Biodiversidade | Conservação | Diversidade | Especiação | Filogenética | Herpetofauna | Zoologia |
Resumo Análises recentes de endemismo e níveis de ameaça antrópica identificaram regiões-alvo para a conservação, os chamados "hotspots". Entretanto, nosso conhecimento acerca da distribuição da biodiversidade em cada uma dessas áreas, bem como dos fatores que a originaram são escassos. Tal deficiência limita nosso poder de conservação face às rápidas mudanças ambientais causadas pelo homem. Uma das vertentes deste projeto visa estudar o papel das flutuações climáticas do Pleistoceno sobre a riqueza da herpetofauna e os níveis de diversidade genética de anuros e lagartos de regiões elevadas e de baixada da Mata Atlântica. Utilizando técnicas de modelagem de nicho ecológico acopladas ao estudo filogeográfico o projeto irá documentar padrões de diversidade de espécies numa região particularmente pouco estudada, altamente ameaçada e megadiversa e terá importantes aplicações para a conservação do pouco que resta dessa área. Em outra vertente estudamos o papel das montanhas como áreas favorecendo a diversificação adaptativa da herpetofauna, seja atuando como refúgios para espécies de climas frios durante fases quentes, seja como cenário para especiação ecogeográfica. Sob enfoque morfológico, cariotípico, taxonômico, filogenético e filogeográfico, dá-se prosseguimento ao trabalho com táxons de répteis e anfíbios dos vários ecossistemas brasileiros, recolhendo subsídios para melhor compreender sua evolução e a história biogeográfica do continente. Em um caso procura-se estudar a filogeografia comparada de uma linhagem de lagartos sulamericanos e sua equivalente ecológica africana com base em dados moleculares, de modo a procurar estabelecer correlações intercontinentais sobre sua história e origem. As coletas realizadas em áreas pouco ou ainda não amostradas no estado e no país permitirão aprimorar o conhecimento sobre nossa biodiversidade, descrevendo espécies ainda não conhecidas e, associadas aos dados filogenéticos e filogeográficos obtidos, permitirão obter informações importantes para o delineamento de estratégias de conservação adequadas de nossa biota. (AU) | |
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