| Processo: | 18/12586-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 22 de junho de 2022 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Botânica - Fisiologia Vegetal |
| Pesquisador responsável: | Rafael Silva Oliveira |
| Beneficiário: | Evandro Alves Vieira |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Dessecação Antioxidantes Aquaporinas Perfil metabólico Condutividade hidráulica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Antioxidantes | aquaporinas | Condutividade hidráulica | dessecação | Perfil Metabólico | Ecofisiologia e Bioquímica Vegetal |
Resumo Espécies de Velloziaceae que ocorrem em afloramentos rochosos podem apresentar estratégias contrastantes de uso da água: enquanto algumas espécies se mantêm sempre-verde durante a seca, as denominadas ressurgentes toleram a dessecação vegetativa e retomam as atividades metabólicas após a reidratação. A água atmosférica (neblina, orvalho) é uma fonte potencialmente importante de água para espécies destes ambientes, mas pouco se sabe sobre os efeitos dessa estratégia de hidratação na fisiologia e metabolismo dessas plantas. Esse projeto objetiva avaliar se a absorção de água foliar ocorre e pode minimizar os efeitos da seca, facilitando o processo de reidratação e modulando respostas nos níveis biológicos organizacionais, molecular e fisiológico de plantas de Vellozia nivea (ressurgente) quando comparada a Vellozia intermedia (sempre-verde). Avaliaremos se a aquisição de água pelas folhas pode atenuar os efeitos do embolismo nos vasos do xilema e pretendemos entender como a expressão de genes relacionados à seca controla as diferentes estratégias metabólicas e o estresse oxidativo. O experimento controlado será realizado com plantas hidratadas e submetidas ao déficit hídrico, com diferentes níveis de umidade do ar. Esse projeto tem caráter inovador, pois pretende integrar respostas de plantas a diferentes tipos de seca (no solo e atmosférica) e modos de reidratação (por raízes e folhas) em diferentes escalas (fisiológicas, metabólicas e gênicas). Os resultados elucidarão os mecanismos adaptativos essenciais para a sobrevivência das espécies expostas a seca, além de gerar importantes contribuições científicas para o futuro da pesquisa aplicada sobre a tolerância à seca em espécies sensíveis. | |
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