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Terapia celular: avaliação do efeito de células-tronco mesenquimais para regenerar tecido ósseo de ratos com Osteoporose, Diabetes Mellitus ou Hipertensão Arterial

Processo: 18/13290-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2019
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2021
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Cirurgia Buco-maxilo-facial
Pesquisador responsável:Adalberto Luiz Rosa
Beneficiário:Alann Thaffarell Portilho de Souza
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (FORP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:17/12622-7 - Terapia celular: potencial de células-tronco mesenquimais, VEGF-A e BMP-9 para regenerar tecido ósseo, AP.TEM
Bolsa(s) vinculada(s):19/08048-9 - Efeito da mutação de Ggps1 nas funções de células ósseas in vitro e na fragilidade diafisária in vivo usando camundongos após cirurgia de ovariectomia e expostos ao tratamento de longa duração com bifosfonatos contendo nitrogênio, BE.EP.DR
Assunto(s):Terapia baseada em transplante de células e tecidos   Células-tronco mesenquimais   Osteoporose   Diabetes mellitus   Hipertensão   Osso e ossos   Modelos animais

Resumo

O osso é um tecido que ao ser lesionado apresenta grande capacidade de regeneração, que pode ser comprometida por algumas doenças sistêmicas como a Osteoporose, Diabetes Mellitus e Hipertensão Arterial. Uma alternativa promissora para tratar os danos causados ao reparo do tecido ósseo devido à essas doenças pode ser o uso da terapia celular com células-tronco mesenquimais (do Inglês, Mesenchymal Stem Cells - MSCs). No entanto, diversos aspectos, necessitam ser investigados para avaliar a eficácia dessa terapia para a regeneração de defeitos ósseos por essas doenças. Nesse contexto, os objetivos do presente projeto são: 1) avaliar in vitro a influência de MSCs de ratos saudáveis (SD-MSCs) sobre a diferenciação osteoblástica de MSCs de ratos osteoporóticos (ORX-MSCs), diabéticos (DM-MSCs) ou hipertensos (HA-MSCs), através de co-cultura indireta; 2) avaliar in vitro a influência de ORX-MSCs, DM-MSCs ou HA-MSCs sobre a diferenciação osteoblástica de SD-MSCs, através de co-cultura indireta; 3) investigar a participação das vias de sinalização das proteínas ósseas morfogenéticas (BMPs), Wnt e Integrinas (ITGs) nas interações entre SD-MSCs e ORX-MSCs, DM-MSCs ou HA-MSCs, crescidas em condições osteogênicas, em modelo de co-cultura indireta, por meio do silenciamento (shRNA) de genes destas vias, previamente selecionados e 4) avaliar in vivo o efeito de injeções locais de MSCs de ratos saudáveis para regenerar o tecido ósseo de ratos com Osteoporose, Diabetes Mellitus ou Hipertensão Arterial. As MSCs utilizadas serão isoladas a partir da medula óssea e serão avaliadas: proliferação celular, atividade de fosfatase alcalina (ALP), formação de matriz extracelular mineralizada e expressão gênica de beta-catenina e dos marcadores osteoblásticos fator de transcrição relacionado ao runt 2 (RUNX2), osterix, ALP, sialoproteína óssea e osteocalcina. Além disso, serão criados defeitos nas calvárias dos ratos e após 2 semanas serão injetadas MSCs ou veículo (PBS-Controle). Decorridas 4 semanas da injeção, a formação de tecido ósseo será avaliada por microtomografia computadorizada e análise histológica. Os dados serão submetidos ao teste de aderência à curva normal para determinar a análise estatística adequada. Os resultados desse estudo poderão contribuir para determinar as características de células candidatas ao uso em terapia celular nos pacientes com Osteoporose, Diabetes Mellitus ou Hipertensão Arterial. (AU)

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