| Processo: | 18/25687-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Medicina Veterinária |
| Pesquisador responsável: | Maria Angelica Miglino |
| Beneficiário: | Carla Maria Figueiredo de Carvalho Miranda |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 14/50844-3 - Matriz extracelular na saúde e matriz placentária na regeneração de tecidos, AP.TEM |
| Assunto(s): | Músculo esquelético Biomateriais Células-tronco pluripotentes induzidas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Biomateriais | iPSC | matriz extracelular descelularizada | Músculo esquelético | progenitores miogênicos | Bioengenharia de tecidos/medicina regenerativa |
Resumo Os equinos representam um modelo animal atraente para estudos de doenças que afetam o tecido musculoesquelético, exibindo muita similaridade com as lesões que ocorrem em seres humanos. A terapia celular e a bioengenharia de tecidos, especialmente com o uso de biomateriais naturais derivados de matriz extracelular descelularizada (dMEC), têm sido amplamente utilizadas como alternativa terapêutica pela medicina regenerativa em doenças musculoesqueléticas. Assim, objetiva-se produzir um biomaterial acelular de músculo esquelético equino e avaliar a eficácia no suporte ao cultivo in vitro de células tronco de pluripotência induzida (iPSC) de origem equina. Amostras de bíceps femoral (1,5 x 1,5 cm) serão congeladas a -20°C durante 4 dias e incubadas em 1% SDS (7 dias), 5mM EDTA + 50 mM Tris (2 dias) e 1% Triton X-100 ( 2 dias); a eficácia da descelularização será avaliada pela ausência de células remanescentes (análise histológica), preservação das proteínas da matriz (imunofluorescência), organização da ultraestrutura da MEC (microscopia eletrônica de varredura) e quantificação do DNA remanescente (Picogreen). Os biomateriais gerados serão recelularizados com iPSC na concentração de 50.000 células/ cm2 usando um sistema rotatório de cultivo celular em meio de diferenciação miogênica. Como controle, as iPSCs serão cultivadas sobre camadas de gelatina e matrigel. A presença das células no biomaterial será avaliada pela quantificação de núcleos (DAPI) e de DNA. Para confirmar a diferenciação de iPSCs para a linhagem miogênica, a análise da expressão gênica de progenitores miogênicos (PAX 3, Myo-D, Miogenina, Desmina e Miosina) será realizada em três diferentes períodos da diferenciação in vitro. Assim, hipotetizamos que o biomaterial de dMEC produzido a partir do músculo esquelético equino poderia preservar o potencial de diferenciação miogênica, representando um biomaterial promissor para medicina regenerativa na terapia de doenças musculoesqueléticas. | |
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