| Processo: | 19/15532-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2020 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Clínica e Cirurgia Animal |
| Pesquisador responsável: | Jair Camargo Ferreira |
| Beneficiário: | Viviani Silva Rodrigues |
| Instituição Sede: | Pró-Reitoria Adjunta de Pesquisa e Pós-Graduação. Universidade de Franca (UNIFRAN). Franca , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Ozonioterapia Anti-infecciosos Equinos Pitiose Pythium insidiosum Microscopia eletrônica de varredura |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Antimicrobiano | cavalo | equino | microscopia eletrônica de varredura | ozonioterapia | pitiose | Clínica Médica de Equinos |
Resumo O objetivo do presente estudo é descrever o efeito da dose do gás ozônio (O3) e do tempo de exposição à ozonioterapia sobre a viabilidade do Pythium insidiosum isolado de equinos. No Experimento 1, alíquotas pré-cultivadas do patógeno serão divididas em quatro grupos de acordo com a concentração de O3 a ser utilizada: 72, 52, 32 ou 0 ¼g O3 mL-1 (n=5 alíquotas/grupo). As alíquotas serão expostas aos respectivos tratamentos durante 30 minutos. No Experimento 2, alíquotas adicionais do patógeno serão divididas em três grupos de acordo com o tempo de exposição ao gás O3 (72 ¼g O3 mL-1): 05, 15 ou 30 minutos. Adicionalmente, o efeito de tempo de exposição também será avaliado para doses de O3 menores (52 e/ou 32 ¼g O3 mL-1) que se mostrarem efetivas para inativação do P. insidiosum no Experimento 1. Em ambos os experimentos, os tratamentos serão realizados a cada 24 horas durante três dias consecutivos. Ao término do terceiro tratamento, todas as alíquotas serão incubadas a 35 °C durante quatro semanas. Os parâmetros a serem avaliados ao longo do período pós-tratamento são: a) taxa de crescimento do microrganismo, b) ação germicida/germistática da ozonioterapia, e c) alterações na arquitetura de superfície do P. insidiosum. Nossos achados darão suporte para futuros estudos que visem o tratamento da pitiose em espécies diversas, incluindo humanos. | |
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