| Processo: | 20/12211-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2021 |
| Data de Término da vigência: | 08 de abril de 2024 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Ecologia |
| Pesquisador responsável: | Marco Aurelio Pizo Ferreira |
| Beneficiário: | Augusto Florisvaldo Batisteli |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Ecologia comportamental Ornitologia Urbanização Passeriformes Aves canoras Sabiá-barranco |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Ecologia Comportamental | Microevolução | passeriformes | Personalidade | Ecologia Comportamental - Ornitologia |
Resumo A urbanização causa permanentes e profundas mudanças na estrutura dos habitats, impactando negativamente a biodiversidade local. Além de exercer uma barreira seletiva que impede a persistência da maior parte das espécies, o ambiente urbano está geralmente associado à predominância de determinados fenótipos. A personalidade é um aspecto importante por trás dos padrões individuais de comportamento, e há evidências de que determinadas linhagens são mais aptas a lidar com ameaças desconhecidas e explorar recursos alternativos em ambientes perturbados. No entanto, poucos estudos testam se a predominância de certas personalidades em ambientes urbanos resulta de microevolução. Usando indivíduos adultos de vida livre de uma espécie de sabiá de ampla ocorrência no Brasil, o sabiá-barranco Turdus leucomelas (Vieillot 1818), testaremos experimentalmente a hipótese de que indivíduos de populações de áreas urbanas apresentam diferenças de personalidade em relação aos de áreas não-perturbadas, sendo a) mais tolerantes à aproximação humana, b) mais agressivos contra coespecíficos, c) menos neofóbicos, d) mais exploradores, e e) mais propensos ao consumo de itens alimentares desconhecidos. Além disso, hipotetizamos que essas diferenças resultam de microevolução. Para testar essa hipótese, capturaremos filhotes diretamente dos ninhos nos dois tipos de ambiente e os criaremos em laboratório, repetindo em ambiente controlado parte dos experimentos feitos com os indivíduos de vida livre. Esse projeto prevê a participação de graduandos e pós-graduandos e a colaboração entre pesquisadores de diversas instituições de ensino superior do Brasil e da Espanha. | |
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