| Processo: | 22/08305-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2022 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2023 |
| Área de conhecimento: | Engenharias - Engenharia Mecânica - Fenômenos de Transportes |
| Acordo de Cooperação: | Equinor (antiga Statoil) |
| Pesquisador responsável: | Marcelo Souza de Castro |
| Beneficiário: | Luiz Eduardo Czelusniak |
| Instituição Sede: | Centro de Estudos de Energia e Petróleo (CEPETRO). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Empresa: | Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Faculdade de Engenharia Mecânica (FEM) |
| Vinculado ao auxílio: | 17/15736-3 - Centro de Pesquisa em Engenharia em Reservatórios e Gerenciamento de Produção de Petróleo, AP.PCPE |
| Assunto(s): | Dinâmica dos fluidos Bombeio centrífugo submerso Emulsões Escoamento bifásico |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | bomba centrífuga submersa | elevação artificial | emulsão | inversão de fase | Dinâmica de fluidos |
Resumo Escoamentos líquido-líquido são comuns na produção de petróleo devido à presença de aquíferos e/ou uso de injeção de água como técnica avançada de recuperação. A presença de água escoando juntamente com o óleo pode causar a formação de emulsão. Tal sistema é termodinamicamente estável e difícil de ser separado. Quando há alta fração de água no óleo, a dispersão bifásica água-óleo pode apresentar viscosidade efetiva superior à viscosidade dos líquidos separados, condição que leva a uma redução no desempenho das bombas centrífugas. Nesse sentido, Bulgarelli et al.(2020) afirmam que dispersões e emulsões representam um desafio para a produção de petróleo, pois constituem um grande problema para a garantia de escoamento, com a incidência de um fenômeno denominado inversão de fase. De fato, a ocorrência de instabilidades operacionais é bastante frequente em BCSs que lidam com emulsões, fato que influencia nos custos das empresas petrolíferas. Embora existam estudos experimentais sobre o desempenho de BCSs, ainda há dificuldades para entender e prever a inversão de fase dentro deste equipamento. Nesse contexto, o presente trabalho surge da necessidade de melhorar a compreensão do fenômeno de inversão de fase através da análise experimental e de abordagem numérica para criar uma ferramenta capaz de reunir esses conhecimentos relacionados a BCSs e aplicá-los em operações reais. A solução proposta é um modelo fenomenológico para inversão de fases dentro da BCS e implementação do mesmo em uma ferramenta numérica, que reúne dados de estudos que serão realizados em laboratório, a fim de auxiliar no processo de tomada de decisão dos operadores de campos petrolíferos. Ou seja, na seleção da estratégia de operação mais adequada à produção de petróleo. O desenvolvimento desta modelagem e da ferramenta numérica são ambiciosos e seu desenvolvimento completo não é uma atividade isolada. A ferramenta será projetada em módulos, de forma que seu desenvolvimento possa ser continuado por outros pesquisadores/profissionais envolvidos. (AU) | |
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