| Processo: | 22/08664-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2022 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2024 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular |
| Pesquisador responsável: | Marimélia Aparecida Porcionatto |
| Beneficiário: | Geisa Rodrigues Salles |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 18/12605-8 - Desenvolvimento de microplataformas brain-on-a-chip para modelagem do sistema nervoso central in vitro, AP.TEM |
| Assunto(s): | Bioengenharia Bioimpressão tridimensional Barreira hematoencefálica Acidente vascular cerebral Doença de Alzheimer |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Avc | Bioimpressão 3D | Doença de Alzheimer | unidade neurovascular | Bioengenharia Tecidual |
Resumo Atualmente, modelos animais são considerados o padrão ouro para estudos sobre o funcionamento da barreira hematoencefálica (BHE). Embora os modelos in vivo tenham contribuído significativamente para os avanços no conhecimento da fisiopatologia das doenças que afetam a BHE, sua utilidade é limitada por diferenças fisiológicas entre humanos e roedores, que muitas vezes impedem a transferência confiável do animal para a clínica em humanos. Para resolver este problema, modelos experimentais in vitro foram propostos, porém nenhum deles até hoje é capaz de reproduzir completamente a complexidade da BHE humana. A principal limitação dos modelos 2D utilizados para mimetizar a BHE é que esses não captam a natureza 3D da barreira, que inclui uma estreita associação do lado do lúmen do endotélio com astrócitos e pericitos no parênquima. Dessa forma, as novas técnicas de bioengenharia tecidual tais como bioimpressão 3D e microfluídica, podem recriar com maior precisão microambientes 3D in vitro que possam servir como modelo da BHE, reproduzindo a unidade neurovascular. O objetivo desta proposta é bioimprimir tecido cerebral vascularizado para modelar as relações entre o parênquima cerebral e sangue através da BHE, com ênfase no estudo da unidade neurovascular. (AU) | |
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