| Processo: | 22/15800-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2023 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2025 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Saúde Coletiva - Saúde Pública |
| Pesquisador responsável: | Sonia Aparecida de Andrade Chudzinski |
| Beneficiário: | Daniel Alexandre de Souza |
| Instituição Sede: | Instituto Butantan. São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Bothrops Nanocorpos Toxinas Doenças negligenciadas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Antiveneno Recombinante | bothrops | Nanocorpos | Ofidismo | Toxinas | Doenças tropicais negligenciadas |
Resumo O ofidismo é um problema de saúde publica que afeta mais de 2 milhões de pessoas todos os anos, majoritariamente as populações periféricas e rurais em idade de trabalho, e que moram em locais de difícil acesso ao tratamento. Em 2017 a Organização Mundial da Saúde adicionou os acidentes ofídicos a categoria A de doenças tropicais negligenciadas, a mais alta da classe, e colocou como meta a redução de acidentes ofídicos em 50% até 2030. No Brasil, são notificados mais de 20 mil casos de ofidismo anualmente, sendo 85% destes atribuídos a serpentes do gênero Bothrops. O veneno botrópico é uma mistura altamente complexa de proteínas, peptídeos e enzimas que agem sinergicamente e desencadeiam uma diversidade de sintomas locais, como hemorragia, edema e equimose, podendo chegar à necrose e amputação do membro; e sistêmicos, como coagulopatias e trombocitopenia. O tratamento para envenenamento indicado pelo Ministério da Saúde é a administração do soro antiofídico proveniente da imunização de cavalos, que apesar de ser altamente eficaz em prevenir a letalidade, ainda apresenta limitações como a neutralização parcial das serinoproteases e baixa pureza imunoquímica. Tendo isso em vista, uma tendência mundial no combate ao ofidismo é o desenvolvimento de antivenenos de nova-geração, baseado em anticorpos monoclonais recombinantes que neutralizem as principais toxinas presentes no veneno, e neste contexto, os fragmentos de anticorpos do tipo VHH apresentam características desejáveis para o desenvolvimento de antivenenos recombinantes. Tendo isso em vista, este trabalho tem como objetivo o desenvolvimento de VHHs anti-serinoproteases do veneno de serpentes Bothrops, sendo o primeiro passo na produção de um antiveneno botrópico recombinante baseado em anticorpos monoclonais. | |
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