| Processo: | 23/03077-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2023 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2024 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Etnofarmacologia |
| Pesquisador responsável: | Lucinéia dos Santos |
| Beneficiário: | Fernando Yutaka de Ferreira |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências e Letras (FCL-ASSIS). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Assis. Assis , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Anti-inflamatórios Toxicidade |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | anti-inflamatorio | Caryocar brasiliensis Cambess | Toxicidade | anti-inflamatório |
Resumo O Brasil, por ser um país com grande biodiversidade e diversidade étnico-cultural, possui grande potencial para o desenvolvimento de terapias à base de plantas, e se apresenta como um cenário ideal para o emprego da fitoterapia. Além disso, estima-se que um quarto dos aproximadamente 140 bilhões de toneladas de biomassa agrícola produzida anualmente no mundo é proveniente do Brasil. Assim, de acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), há a necessidade de se intensificar pesquisas de tecnologias para conversão de resíduos desta natureza em recursos úteis à sociedade. Neste contexto, o pequizeiro (Caryocar brasiliense Cambess) mostra-se como candidato potencial para emprego na fitoterapia, visto que estudos comprovaram a riqueza do seu fruto, o pequi, em compostos antioxidantes e anti-inflamatórios. Nesta direção, esse trabalho visa estudar a atividade anti-inflamatória de um extrato obtido pelo método de hidrólise ácida da casca do pequi (EHAP), um resíduo agroindustrial que representa aproximadamente 90% da massa do fruto e é descartado no seu processamento. Para isso, inicialmente será realizada a determinação da concentração de saponinas presentes no EHAP. Em seguida, por meio de testes in vitro será determinada a citotoxicidade do extrato utilizando o teste de incorporação do vermelho neutro e a atividade anti-inflamatória, utilizando os testes de estabilização da membrana dos glóbulos vermelhos humanos após indução de hemólise e o da fagocitose em lâmina. Por fim, testes in vivo serão realizados para avaliar a toxicidade aguda do EHAP e a sua atividade anti-inflamatória, por meio do teste de edema de pata induzido por carragenina. | |
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