| Processo: | 23/09148-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2023 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2024 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular |
| Pesquisador responsável: | Niels Olsen Saraiva Câmara |
| Beneficiário: | Pedro Henrique Araujo Bandeira |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Células dendríticas Espécies de oxigênio reativas Mitocôndrias Reparo do DNA |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | células dendríticas | espécies reativas de oxigênio | mitocôndria | reparo de DNA | Sensores de DNA | Xpc | Células Dendríticas |
Resumo O DNA sofre diariamente com danos provenientes do ambiente, de agentes químicos, físicos e biológicos. Esses danos podem ser detectados e reparados por vias de reparo específicas para o tipo de dano, sendo uma das vias de reparo mais importantes na manutenção gênica, a via de reparo por excisão de nucleotídeo, dentro da qual, a proteína XPC atua no reconhecimento da lesão e no processo de pré-incisão da fita de DNA. As células dendríticas, importantes agentes do sistema imunológico, atuam, quando ativadas, na mediação entre a resposta imune inata e adaptativa, gerando espécies reativas de oxigênio para combater patógenos e, pelo estado metabólico, pode aumentar a geração desses pela via mitocondrial. As espécies reativas de oxigênio não neutralizadas promovem dano de DNA, o qual se não for corrigido pode ser detectado pelos sensores citosólicos de DNA dessas células e provocar a ativação imunológica das células dendríticas. Desta forma, acreditamos que XPC atua no reparo de dano de DNA de células dendríticas provocado pelo excesso de espécies reativas de oxigênio provenientes da mitocôndria, e que esse dano de DNA, quando não reparado, pode causar a ativação dessas células. Nesse sentido, buscaremos investigar se há ativação de células dendríticas em camundongos que não apresentam a proteína XPC, utilizando estratégias como: verificar expressão de marcadores de ativação, por meio de citometria de fluxo e ELISA, e aumento da quantidade de dano de DNA em células com ausência de XPC, pelo ensaio cometa, além disso, verificar também se a ausência de XPC está associada ao acúmulo de espécies reativas de oxigênio mitocondrial, utilizando o MitoSOX e à alterações no metabolismo glicolítico celular. | |
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