| Processo: | 24/02476-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2024 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2027 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Microbiologia |
| Pesquisador responsável: | Arnaldo Lopes Colombo |
| Beneficiário: | Daniela Debone Perez |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 21/10599-3 - Instituto Paulista de Resistência aos Antimicrobianos (Projeto ARIES), AP.CEPID |
| Assunto(s): | Mudança climática Infectologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | antimicrobial resistance | Artificial Neural Networks | Climate Change | climate-sensitive diseases | infectologia |
Resumo Atualmente, as mudanças climáticas e a resistência microbiana podem ser consideradas desafios globais de saúde pública substanciais e interconectados. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, entre 2030 e 2050, espera-se que as alterações climáticas estejam relacionadas com cerca de 250000 mortes por ano, por desnutrição, doenças infecciosas e estresse térmico. Além disso, estima-se que a resistência microbiana pode ser responsável por cerca de 10 milhões de mortes a cada ano, até 2050. Além da emergência, gravidade e escala global, essa interconexão refere-se às mudanças climáticas serem um fator determinante da resistência microbiana, uma vez que o aumento da temperatura pode favorecer a seleção de isolados resistentes. Além disso, as alterações climáticas causadas por intervenções antrópicas também estão relacionadas à modificação do uso da terra associada ao desmatamento que modifica as interações hospedeiro/vetor, eleva risco de doenças, e impulsiona o surgimento de doenças zoonóticas da vida selvagem, tornando a saúde humana cada vez mais vulnerável. Neste contexto, propõe-se investigar diferentes abordagens estatísticas para avaliar a relação entre resistência microbiana e mudanças climáticas, considerando que este campo de pesquisa é pouco explorado para dados brasileiros. | |
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