| Processo: | 24/00437-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Programa Jornalismo Científico |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2024 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2025 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Neuropsicofarmacologia |
| Pesquisador responsável: | Daniela Baptista de Souza |
| Beneficiário: | Carolina Miho Tamai |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 22/04387-6 - Impacto do dimorfismo sexual e da neurotransmissão ocitocinérgica sobre a dor crônica em modelos animais e em humanos, AP.JP |
| Assunto(s): | Camundongos Dor crônica Neurociências |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Camundongos | diferenças sexuais | dor crônica | Neurociências |
Resumo Quadros de dor crônica têm prevalência significativamente maior em mulheres e envolvem aspectos físicos, psicológicos e socioculturais. Entretanto, apenas 20% dos estudos na área pré-clínica na neurociência são realizados em machos e fêmeas. Do ponto de vista neurobiológico, o neuromodulador ocitocina está associado à regulação da dor e a processos que envolvem comportamentos afetivo-emocionais. Têm sido demonstradas diferenças sexuais na ação da ocitocina sobre áreas cerebrais que modulam as respostas emocionais e dor. Dentro desta perspectiva, são escassas informações acerca de mecanismos relacionados ao dimorfismo sexual na via de transmissão ocitocinérgica nos componentes perceptivos e emocionais na dor crônica. Os objetivos delineados para este estudo são voltados a duas abordagens: Pré-clínica, a ser realizada em camundongos e buscará investigar a influência do sexo nas respostas nociceptivas, de ansiedade e depressão e sua relação com os níveis de ocitocina plasmática e alterações neurofuncionais e neuroplásticas em diferentes regiões do cérebro e medula espinal. Na perspectiva clínica o estudo irá avaliar diferenças sexuais na neurotransmissão ocitocinérgicas em tecido coletado pós mortem de homens e mulheres acometidos por quadros de dor crônica. Em suma, a proposta tem como principal eixo esclarecer qual o impacto do dimorfismo sexual sobre os componentes sensitivo e afetivo-emocional no processo de cronificação da dor, e de que modo a ocitocina modula estas respostas. Em mãos destes achados e tendo sido identificado a influência dos componentes biológicos, emocionais no manejo da dor crônica, esta proposta buscará contribuir para o desenvolvimento de fármacos com potencial analgésico mais efetivos em homens e mulheres que sofrem com quadros de dor crônica. | |
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