| Processo: | 24/21729-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2026 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - Psicologia - Psicologia Social |
| Pesquisador responsável: | Debora Cristina Fonseca |
| Beneficiário: | Maisa Scapin Fernandes |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 23/11642-5 - Escre(vivências) potentes na EJA e na socioeducação: construindo metodologias e políticas públicas para a redução da desigualdade educacional e equidade de direitos, AP.EP |
| Assunto(s): | Direitos humanos Educação Medidas socioeducativas Ensino e aprendizagem |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Direitos Humanos | Educação | escrevivência | medida socioeducativa | Ensino-Aprendizagem |
Resumo Este estudo analisa como jovens em Liberdade Assistida constroem seus projetos de vida, alinhando-se com a Educação em Direitos Humanos e enfatizando a proteção dos direitos desses adolescentes, com o objetivo de promover uma formação ética, crítica e política, além do previsto na legislação, garantindo a aprendizagem. No contexto de medidas socioeducativas, como Prestação de Serviços à Comunidade, Liberdade Assistida, Semiliberdade ou Internação, é essencial que o programa de atendimento elabore o Plano Individual de Atendimento (PIA) com a participação ativa do adolescente e sua família. Este plano é um "instrumento de previsão, registro e gestão das atividades" (BRASIL, 2012, art. 52). O SINASE (2012) estabelece que o Projeto de Vida deve ser parte do PIA. No entanto, muitos jovens enfrentam dificuldades de aprendizagem e atrasos escolares, dificultando a construção de perspectivas futuras. Esta pesquisa de Iniciação Científica analisa como as oficinas de Escrevivências contribuem para a aprendizagem e projeção de futuro desses adolescentes. A "escrevivência" de Evaristo não se destina à abstração, mas à existência concreta, permitindo uma reconstrução da escrita relacionada ao negro, a partir das próprias biografias e subjetividades, afastando-se de uma visão eurocêntrica e preconceituosa. Isso abre novos espaços para uma reorganização histórica, social, econômica, cultural e literária urgente. (AU) | |
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