| Processo: | 24/22113-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2025 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Geologia |
| Pesquisador responsável: | Airton Natanael Coelho Dias |
| Beneficiário: | Lucas Alexander Nunes |
| Instituição Sede: | Centro de Ciências e Tecnologias para a Sustentabilidade (CCTS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). Sorocaba , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Zircão |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Datação via Raman | Ilha Alexander | Peninsula Antártica | Termocronologia por Traços de Fissão | U-Pb | zircão | Termocronologia, Geocronologia |
Resumo A evolução termotectônica a oeste da Penínusla Antártica ainda é pouco conhecida. Estudos na área vêm sendo desenvolvido, mas com aplicação de técnicas somente dentro do contexto da geocronologia que permite determinar a idade de rochas a partir da abundância dos isótopos pai e filho de um determinado sistema isotópico em um mineral. Usando métodos tais como U-Pb, Lu-Hf e outros, é possível datar a origem e acomodação de rochas plutônicas ou vulcânicas ou de depósitos sedimentares. No entanto, não existe registro de dados termocronológicos (intermediária temperaturas) que poderão identificar os fenômenos ocorridos posteriormente à formação das rochas. Diante disso, neste projeto será aplicado é aplicar a termocronologia por Traços de Fissão, Raman e U-Pb em zircões nas Ilhas Alexander, na Península Antártica. Desta forma a fim de reconstruir e conhecer sua evolução termo-tectônica. O zircão é um mineral acessório comum em rochas ígneas, sedimentares, e metamórficas. É física e quimicamente resistente, podendo "sobreviver" durante muitos períodos geológicos, e em muitos casos, fornece um registro de cada evento geológico a qual foi submetido nestes períodos. Incorpora em sua estrutura elementos traços, tais como U, Th e Pb, o que é crucial para as análises geocronológicas. Sua capacidade de reter informações sobre a história térmica de uma área fonte é de valor inestimável para elucidar os processos geológicos decorrentes de uma variedade de configurações geodinâmicas. Em consequência, a aplicação multi-proxy das técnicas supracitadas poderá permitir definir a correlação entre as unidades geológicas que formam a Península Antártica. Isso é crucial para entender a configuração dos processos tectônicos que ocorrem na margem do continente Antártico. Como existem incertezas cronológicas em seus componentes ígneos e sedimentares, os dados obtidos neste projeto poderão revelar informações sobre evolução da área ocorrida durante o Mesozóico. | |
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