| Processo: | 25/04875-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2026 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - Filosofia - História da Filosofia |
| Pesquisador responsável: | Luiz Damon Santos Moutinho |
| Beneficiário: | Bruno Fernandes |
| Supervisor: | Julia Peters |
| Instituição Sede: | Centro de Educação e Ciências Humanas (CECH). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Heidelberg University, Alemanha |
| Vinculado à bolsa: | 23/12752-9 - As determinações da realidade: o plano lógico e o plano temporal em O capital, de Marx, BP.DR |
| Assunto(s): | Dialética Georg Wilhelm Friedrich Hegel História |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Dialética | Hegel | História | Marx | Ética e filosofia política |
Resumo Nos Ökonomisch Manuskripte de 1857-58, Marx diferencia o desenvolvimento categorial do desenvolvimento temporal do modo de produção capitalista, da mesma forma que, na Grundlinien der Philosophie des Rechts, Hegel diferencia o desenvolvimento conceitual do desenvolvimento temporal das determinações jurídicas. Esse ponto de contato entre eles me levou a se concentrar em duas questões centrais de pesquisa: primeiro, considerando a proposta de Marx de inverter a lógica hegeliana, como ele poderia preservar uma distinção essencial à natureza especulativa do pensamento hegeliano? E, segundo, uma vez preservada, qual é a diferença e a relação entre essas determinações na lógica aplicada à crítica da economia política? O progresso da minha investigação sugere que, dado que o próprio Marx retém estruturas-chave da dialética hegeliana, responder adequadamente a essas questões exige, ao menos em termos gerais, um exame de como Hegel enfrentou esses desafios em seu próprio pensamento. Isso se mostra particularmente relevante, visto que os contemporâneos de Hegel-como Schelling, que argumentava pela impossibilidade de deduzir a existência a partir da lógica, e Feuerbach, que mais tarde defendeu a impotentia generandi da lógica-levantaram preocupações semelhantes sobre a relação entre lógica e realidade. Para lidar com essas questões, minha pesquisa no exterior incluirá uma análise aprofundada da obra de Hegel a fim de descobrir as origens da distinção que Marx buscou preservar. Minha hipótese é que, apesar dessa distinção ser a expressão de uma filosofia crítica em ambos os casos, Hegel concentra-se na intelecção positiva da dialética e Marx na intelecção negativa. | |
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