| Processo: | 25/00431-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2028 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia Teórica |
| Pesquisador responsável: | Raul Costa Pereira |
| Beneficiário: | Gedimar Pereira Barbosa |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 20/11953-2 - Ecos da desigualdade socioeconômica na biodiversidade (IneqBio), AP.JP |
| Assunto(s): | Artrópodes Bactérias DNA ambiental Fungos São Paulo Ecologia de comunidades |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | artrópodes | bactérias | Desigualdade Socioeconômica | eDNA | fungos | São Paulo | Ecologia de Comunidades |
Resumo Apesar de biólogos historicamente primarem pelo estudo da biodiversidade em ambientes naturais, do ponto de vista ecológico, o interior de casas é um ecossistema complexo, capaz de abrigar uma vasta diversidade de formas de vida. Essa biodiversidade doméstica resulta de processos de montagem de comunidades que operam em diferentes escalas espaciais. Por um lado, a prevalente desigualdade socioeconômica em metrópoles gera heterogeneidade ambiental com potencial para moldar a distribuição de macro e microrganismos. Por outro, hábitos individuais humanos restringem ou favorecem a ocorrência de espécies dentro do ambiente domiciliar. Apesar da inequívoca importância da biodiversidade presente nas casas, ainda não sabemos como essas comunidades variam dentro de mosaicos urbanos complexos, e quais são suas implicações para a saúde humana. Este projeto integrará métodos recentes para documentar a biodiversidade (DNA ambiental), dados sociais, geográficos e de saúde pública, para investigar como variações socioeconômicas e hábitos individuais da população humana afetam a (1) diversidade e a (2) composição de artrópodes, fungos e bactérias de interesse médico em casas, ao longo de um gradiente de desigualdade social na cidade de São Paulo. Além da perspectiva acadêmica no contexto de ecologia de comunidades, como desdobramento aplicado desta proposta, também investigaremos (3) se a biodiversidade pode atuar como indicadora dos efeitos da desigualdade socioeconômica sobre a saúde dos paulistanos. Mais do que registrar a negligenciada diversidade de artrópodes, fungos e bactérias de interesse médico nas casas, esperamos obter resultados que nos ajudem a entender quais forças estruturam as comunidades biológicas e, assim, fornecer subsídios para formas mais eficazes de manejo e controle destes organismos em área urbana. | |
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