| Processo: | 25/03994-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2026 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Farmácia |
| Pesquisador responsável: | Ana Marisa Fusco Almeida |
| Beneficiário: | Maria Júlia Siqueto |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Biofilmes Cryptococcus gattii Cryptococcus neoformans Resistência Micologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | biofilme | Cryptococcus gattii | Cryptococcus neoformans | Resistência | Micologia |
Resumo A criptococose é uma infecção sistêmica causada pelas leveduras encapsuladas C. neoformans (principalmente imunocomprometidos) e C. gattii (principalmente imunocompetentes). A infecção se dá pela inalação de propágulos infectantes da levedura ou esporos da fase teleomórfica de Cryptococcus spp. sendo elas a Filobasidiella neoformans e a Filobasidiella bacillispora. Por meio de categóricos fatores de virulência como a cápsula polissacarídica e enzimas proteolíticas, esses fungos podem migrar para a corrente sanguínea e posteriormente chegar ao sistema nervoso central, ocasionando meningite e podendo levar o paciente a óbito. Os principais fatores de resistência recentemente estudados desses fungos são: bombas de efluxo, alterações na enzima alvo e os biofilmes. A resistência de Cryptococcus spp. aos antifúngicos disponíveis, unida à diminuição da oferta de fungicidas sintéticos e as condições econômicas desfavoráveis da população, prejudicam o manejo clínico da doença. Dessa maneira, este estudo pretende isolar estirpes de C. neoformans e C. gattii e caracterizar fenotipicamente a partir de amostras ambientais retirados de locais rurais e urbanos do município de Araraquara/SP, bem como verificar os seus perfis de susceptibilidade, capacidade em formar biofilmes e avaliar a expressão do gene ERG11 como marcador de resistência ao fluconazol. | |
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