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Comunidades Inteligentes: ENERGIZAR - Desenvolvendo Soluções Inteligentes em Energias Renováveis para Aprendizagem Colaborativa

Processo: 25/16147-8
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Data de Início da vigência: 01 de setembro de 2025
Data de Término da vigência: 31 de julho de 2026
Área de conhecimento:Ciências Humanas - Educação - Ensino-aprendizagem
Pesquisador responsável:Evely Boruchovitch
Beneficiário:Lucas Ildefonso Buscaratti
Instituição Sede: Faculdade de Educação (FE). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:21/11380-5 - CPTEn - Centro Paulista de Estudos da Transição Energética, AP.CCD
Assunto(s):Escola pública   Sustentabilidade   Transição energética
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Ensino-aprendizagem | escola pública | Ods | Protagonismo estudantil | Sustentabilidade | Transição Energética | Avaliação de Ensino-Aprendizagem e Aplicação de metodologias ativas para a construção de núcleos de sustentabilidade

Resumo

O movimento STEM, surgido nos Estados Unidos nos anos 1990, propõe integrar ciência, tecnologia, engenharia e matemática por meio de metodologias ativas e multidisciplinares, aproximando o aprendizado das demandas do século XXI. No Brasil, embora ainda restrito a algumas escolas privadas, ONGs e empresas, o STEM desperta interesse por seu potencial de renovação pedagógica. Adaptado criticamente à realidade brasileira, pode contribuir especialmente para temas urgentes, como a transição energética e a sustentabilidade, articulando saberes e práticas que dialoguem com o cotidiano dos estudantes.As Diretrizes Curriculares Nacionais e a BNCC reforçam a importância de contextualizar o ensino, conectando o que se aprende na escola a desafios concretos, como as mudanças climáticas e a crise energética. É nesse cenário que o Projeto ENERGIZAR, vinculado ao Programa Olhos no Futuro e à Escola 4.0, desenvolve ações de educação tecnológica voltadas à criação de maquetes interativas e sistemas de geração renovável, estimulando a aprendizagem colaborativa em espaços formais e não formais.A proposta busca aproximar universidade e comunidade, com atenção especial a regiões de baixa renda, transformando núcleos educacionais em polos multiplicadores de conhecimento e conscientização. Para isso, adota metodologias participativas, como a Metodologia da Ação Interdisciplinar, a problematização e o Arco de Maguerez, valorizando a observação da realidade, a construção coletiva do saber e sua aplicação prática. Ao alinhar-se à LDB e às competências da BNCC, a iniciativa promove não apenas o domínio técnico, mas também o engajamento crítico e a responsabilidade socioambiental dos estudantes, incentivando-os a se tornarem agentes ativos na construção de soluções sustentáveis para suas comunidades.

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