| Processo: | 25/20267-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2028 |
| Área de conhecimento: | Ciências Sociais Aplicadas - Administração - Administração de Empresas |
| Pesquisador responsável: | Maria Tereza Leme Fleury |
| Beneficiário: | Jamil Ramsi Farkat Diogenes |
| Instituição Sede: | Escola de Administração de Empresas de São Paulo (EAESP). Fundação Getúlio Vargas (FGV). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 22/14561-3 - CEPID Bridge: Gestão de Ecossistemas para transições sustentáveis, AP.CEPID |
| Assunto(s): | Criação |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Criação | Ecosistemas Globais | Empreendedorismo e Inovação |
Resumo Este projeto de pesquisa tem como objetivo responder à questão: como os ecossistemas globais são criados?. Dada a escassez de dados primários e a limitada compreensão teórica sobre esse fenômeno, a investigação será conduzida por meio de uma abordagem metodológica mista, combinando estratégias qualitativas e quantitativas. No aspecto qualitativo, será utilizada a metodologia de estudos de múltiplos casos voltada para a construção de teoria, o que permitirá uma compreensão parcimoniosa e profunda do fenômeno em investigação (e.g., Bingham et al., 2019; Eisenhardt, 1989). Os dados qualitativos serão coletados por meio de um processo estruturado envolvendo amostragem teórica, selecionando empresas e atores relevantes capazes de evidenciar o processo de criação de ecossistemas globais; múltiplas fontes de dados (entrevistas semiestruturadas, documentos institucionais, reportagens e registros históricos), permitindo triangulação; e estratégias de confiabilidade (uso de diferentes informantes, dados em tempo real e retrospectivos). Complementarmente, será realizada a coleta de dados quantitativos para ampliar a validade externa dos achados. Essa etapa incluirá aplicação de surveys estruturados junto a empresas e stakeholders inseridos em ecossistemas internacionais; uso de bases secundárias de dados (relatórios de inovação, rankings globais de ecossistemas e indicadores de internacionalização de startups); e análise estatística descritiva e inferencial para identificar padrões recorrentes, testar associações e fortalecer a generalização dos resultados. A análise seguirá um processo iterativo, abrangendo a construção do histórico individual de cada caso, a criação de códigos iniciais e árvore de códigos, a comparação dentro e entre casos, integrando insights qualitativos e evidências quantitativas, e o desenvolvimento de um framework teórico inicial sobre a criação de ecossistemas globais. | |
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