| Processo: | 24/10818-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2027 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Ecologia |
| Pesquisador responsável: | Milton Cezar Ribeiro |
| Beneficiário: | Aron Silvarolli Fernandes |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Ecologia da paisagem Monitoramento acústico passivo Primatologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | ecologia da paisagem | monitoramento acústico passivo | Primatologia | Ecologia da paisagem |
Resumo A Mata Atlântica, um dos ecossistemas mais biodiversos do planeta, sofreu uma redução drástica de sua cobertura original, restando atualmente apenas cerca de 22,9%. Essa fragmentação, composta majoritariamente por pequenos fragmentos de floresta secundária, compromete a conservação de diversos grupos, incluindo os primatas, dos quais 26 espécies ocorrem na região, sendo 19 endêmicas. A distribuição dessas espécies é modulada por características locais do habitat, pela configuração e composição da paisagem e por fatores abióticos, como a altitude, ao mesmo tempo em que sua perda ameaça processos ecológicos fundamentais, como a dispersão de sementes e a regeneração florestal. Nesse contexto, o monitoramento acústico passivo (PAM) surge como uma ferramenta promissora para compreender a ecologia e a conservação dos primatas, permitindo registrar de forma não invasiva os padrões espaço-temporais de suas vocalizações em ambientes tropicais densos e acusticamente complexos. O presente estudo tem três objetivos principais: i) táxons/regiões mais estudados; áreas de aplicação do PAM; configuração dos gravadores; potencial futuro; limitações atuais. (ii) analisar os padrões espaço-temporais das vocalizações, identificando em quais ambientes e horários elas ocorrem, bem como sua taxa e variação ao longo do dia; e (iii) investigar, por meio de modelos de ocupação, quais variáveis melhor predizem a presença de primatas nos remanescentes florestais fragmentados da região do corredor Cantareira-Mantiqueira. | |
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