| Processo: | 25/25952-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2026 |
| Data de Término da vigência: | 01 de julho de 2026 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Oceanografia - Oceanografia Biológica |
| Pesquisador responsável: | Miguel Mies |
| Beneficiário: | Bianca Espindula Jahn |
| Supervisor: | Thomas Decarlo |
| Instituição Sede: | Instituto Oceanográfico (IO). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Tulane University, Estados Unidos |
| Vinculado à bolsa: | 25/07384-6 - Impacto do Branqueamento de Corais no Crescimento dos Recifes no Brasil: Antes e Depois da Intensificação das Anomalias Térmicas, BP.MS |
| Assunto(s): | Estresse térmico Mudança climática |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | esclerocronologia | estresse térmico | Mudanças Climáticas | Refúgio Climático | Recifes de corais e mudanças climáticas |
Resumo A principal consequência do aquecimento global para os recifes é o branqueamento dos corais, frequentemente levando à mortalidade em larga escala. Embora o fenômeno do branqueamento seja bem documentado globalmente, o estresse térmico e o branqueamento experimentados pelos recifes únicos do Atlântico Sul permanecem, em grande parte, pouco estudados. Portanto, este trabalho tem como objetivo avaliar a taxa de crescimento dessas espécies ao longo de diferentes latitudes e comparar o crescimento antes e após 2010, ano marcado pela intensificação das anomalias térmicas. Para isso, serão coletados núcleos de diferentes espécies de corais em diferentes latitudes da costa brasileira para realizar esclerocronologia, visto que os corais escleractíneos constroem seus esqueletos em padrões de pares de bandas anuais de alta e baixa densidade, os quais são utilizados para rastrear a variabilidade no crescimento dos corais ao longo do tempo e para construir modelos de idade para reconstruções paleoclimáticas. Sendo assim, espera-se determinar a taxa de crescimento básica para várias espécies de corais, com a expectativa de que ela seja mais lenta nas latitudes mais altas. Também espera-se uma diminuição na taxa de crescimento a partir de 2010, associada ao estresse fisiológico causado pelo aumento das temperaturas. Esses resultados têm potencial relevância para o aprimoramento dos esforços de conservação e manejo dessas espécies na costa brasileira, além de oferecerem novos insights sobre o refúgio climático brasileiro. | |
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa: | |
| Mais itensMenos itens | |
| TITULO | |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): | |
| Mais itensMenos itens | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |