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Comparação entre ferramentas de análise convencional e automatizada aplicadas ao teste de campo aberto em modelo animal de estresse e periodontite apical

Processo: 25/27538-8
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Data de Início da vigência: 01 de fevereiro de 2026
Data de Término da vigência: 31 de dezembro de 2026
Área de conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia
Pesquisador responsável:Rayana Duarte Khoury
Beneficiário:Julia Karoline Figueiredo
Instituição Sede: Instituto de Ciência e Tecnologia (ICT). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José dos Campos. São José dos Campos , SP, Brasil
Assunto(s):Estresse crônico   Periodontite periapical
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Análise comportamental | estresse crônico | Periodontite apical | Teste de Campo aberto | Odontologia Restauradora

Resumo

O estresse mental ou emocional é uma das maiores adversidades da atualidade, afetando o indivíduo em termos de saúde geral, homeostase, bem-estar e até mesmo na esfera social (Alexa Al et al., 2023). Dessa forma, o estresse é considerado um importante ponto de referência para o diagnóstico do estado de saúde de um indivíduo, pois é um sintoma associado a diversos problemas de saúde, como transtornos mentais, doenças cardiovasculares, câncer, abuso de drogas e doenças crônicas (Blanchard DC., 2018). Então, o objetivo do estudo é avaliar a eficácia da ferramenta ToxTrac para análise comportamental por meio do teste de campo aberto em animais experimentais submetidos ao estresse crônico e associado à presença de periodontite apical. Esta é a primeira vez que essa ferramenta é empregada para análise de campo aberto na avaliação comportamental de ratos experimentais. Para a pesquisa foram utilizados 40 ratos Wistar divididos em 4 grupos: Grupo controle não estressado e sem infecção endodôntica (NS); grupo de animais não estressados com infecção endodôntica (PA); grupo de animais estressados e sem infecção endodôntica (E); grupo de animais estressados com infecção endodôntica (E+PA). Os animais dos grupos (E) e (E+PA) foram submetidos ao protocolo de estresse crônico imprevisível durante 6 semanas. A PA foi induzida nos grupos (PA) e (E+PA) após 21 dias do início do protocolo de estresse. Todos os animais passaram pelo teste de campo aberto para análise comportamental, sendo gravados por um dispositivo de filmagem durante 5 minutos e posteriormente foi analisada a atividade exploratória do animal. (AU)

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