| Processo: | 24/11924-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - ANP - Graduação |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2024 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2025 |
| Área de conhecimento: | Engenharias - Engenharia Química - Processos Industriais de Engenharia Química |
| Pesquisador responsável: | Frederico Ribeiro do Carmo |
| Beneficiário: | Maria Clara de Oliveira Souza |
| Instituição Sede: | Centro de Engenharias (CE). Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA). Mossoró , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 24/10444-8 - Estratégias sustentáveis na indústria de petróleo, gás natural e biocombustíveis, AP.R |
| Assunto(s): | Desemulsificantes Microemulsão Tensoativos Transição energética |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | desemulsificantes | microemulsão | Quebra de emulsão | tensoativos | Transição Energética | Tensoativos |
Resumo Atualmente, umas das grandes dificuldades enfrentadas pelas indústrias na perfuração de poços de petróleo, especialmente durante os processos de recuperação do óleo, é separar o petróleo da água que é extraída junto a ele em forma de emulsão. Essas emulsões de petróleo bruto se formam quando duas fases imiscíveis entram em contato, juntamente com emulsificantes naturais presentes no óleo, enquanto passam por intensas condições de cisalhamento durante a extração. Componentes como ácidos naftênicos e asfaltenos são apontados como agentes que aumentam a estabilidade dessas emulsões, dificulta o processo de separação.As emulsões de petróleo são altamente estáveis devido à presença de moléculas anfifílicas, que criam uma barreira física na interface entre as fases imiscíveis, evitando a fusão das gotículas dispersas. Essa estabilidade dificulta a eficiência das operações nas refinarias, provocando problemas como obstruções no escoamento, formação de incrustações nas tubulações e perda de grandes volumes de petróleo. O uso de agentes tensoativos e desemulsificantes é essencial para quebrar emulsões e melhorar a separação das fases.Os desemulsificantes, que auxiliam na separação do óleo da água e podem ser compostos por polímeros constituídos de unidades repetitivas menores ou por estruturas semelhantes a emulsificantes não iônicos. Além disso, os sistemas microemulsionados auxiliam na recuperação de petróleo ao reduzir a tensão interfacial entre água e óleo, favorecendo a dissolução do óleo nas rochas e minimizando o óleo residual nos reservatórios. Os sistemas, compostos por miscelas estáveis, aumentam a eficiência do deslocamento e evita, a formação de canais preferenciais, otimizando o processo de injeção.Esse trabalho objetiva estudar a quebra de emulsões de petróleo por meio de sistemas microemulsionados e desemulsificantes comerciais, visando compreender suas interações e otimizar os processos de separação de óleo e água na indústria de petróleo. (AU) | |
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