| Processo: | 05/60483-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2006 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2007 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Oceanografia - Oceanografia Biológica |
| Pesquisador responsável: | Mario Katsuragawa |
| Beneficiário: | Gimel Roberto Zanin |
| Instituição Sede: | Instituto Oceanográfico (IO). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 03/09932-1 - A influência do complexo estuarino da Baixada Santista sobre o ecossistema da plataforma adjacente (ECOSAN), AP.PRNX.TEM |
| Assunto(s): | Ictioplâncton Santos (SP) Bertioga (SP) Variações sazonais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Abundancia De Larvas | Bertioga | Ictioplancton | Santos |
Resumo As flutuações no tamanho da população de peixes pelágicos, incluindo muitas espécies valiosas comercialmente, têm sido relacionadas a eventos que ocorrem durante a fase inicial do ciclo de vida, considerada uma das mais frágeis. As águas rasas e protegidas dos estuários possuem um papel importante nessa fase do ciclo de vida, pois são consideradas ambientes favoráveis para a alimentação e crescimento de juvenis, além de diminuírem o risco de predação por outros organismos. Por estarem situados numa região de transição entre o oceano e o continente, são ambientes complexos e frágeis, sujeitos as alterações físico-químicas de origem natural ou artificial, esta última ligada, principalmente, à ação humana sobre o ecossistema costeiro. Utilizando-se de materiais provenientes de quatro cruzeiros oceanográficos realizados em novembro de 2004, fevereiro, maio e agosto de 2005, durante o projeto "A Influência do Complexo Estuarino da Baixada Santista sobre o Ecossistema da Plataforma Adjacente" (ECOSAN), na baía e canal de Santos (SP) e canal de Bertioga (SP), o presente trabalho tem como objetivo realizar um estudo qualitativo da abundância e distribuição das assembléias de peixes que utilizam esses locais durante a fase larval ou em períodos de desova, e quantitativo para a estimativa da abundância relativa e densidade (ind/m2), relacionando-os com as variações temporais e os fatores abióticos, avaliando, assim, a importância do sistema costeiro-estuarino como área de reprodução e desenvolvimento inicial de peixes. (AU) | |
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