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Avaliacao de reparos de resina composta em diferentes tratamentos de superficie.

Processo: 07/59496-4
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Data de Início da vigência: 01 de julho de 2008
Data de Término da vigência: 30 de junho de 2009
Área de conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Clínica Odontológica
Pesquisador responsável:César Rogerio Pucci
Beneficiário:Vivian Mayumi Miyazaki Santos
Instituição Sede: Faculdade de Odontologia (FOSJC). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José dos Campos. São José dos Campos , SP, Brasil
Assunto(s):Resinas compostas   Laser   Adesivos
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Acido Fluoridico | Adesivo | Laser | Resina Composta

Resumo

A evolução da resina composta propiciou uma grande utilização em consultórios odontológicos, entretanto observa-se com o tempo a descoloração, abrasão, fratura e desgaste. Por esse motivo, uma conduta mais conservadora diante de falhas do material pode ser traduzida pela substituição parcial das restaurações em resina composta diminuindo o tempo e trabalho do cirurgião dentista e evitando o desgaste desnecessário e fragilização do tecido dental. Com a finalidade de avaliar in vitro a resistência adesiva de reparos em resina composta utilizando diversas combinações de tratamentos de superfície, serão confeccionadas 98 bases cônicas de resina composta, divididos em 8 grupos de acordo com o tratamento utilizado (adesivo, jateamento, laser, ácido fluorídrico, silano, monômero e auto-condicionante). Inicialmente, as bases sofrerão asperização simulando o uso clinico de pontas diamantadas, Após tratamento de superfície da base menor do corpo cônico, será aderida outra base cônica unindo as duas bases menores de cada cone pela circunferência de menor diâmetro. Em seguida todos os corpos de prova serão estocados em água destilada por uma semana, termociclados com variação de temperatura entre 5ºC e 55ºC (+- 2ºC), depois serão armazenados em água destilada a 37ºC por 7 dias. Após o reparo, as bases serão novamente submetidas à termociclagem, nas mesmas condições citadas acima. Terminado o procedimento de termociclagem, os corpos de prova serão submetidos ao teste de tração para avaliar a força adesiva na interface tratada e depois, os dados obtidos serão submetidos a tratamento estatístico (ANOVA e Tukey). (AU)

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