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Efeitos da expansao do volume extraceular sobre a ativacao neuronal e secrecao hormonal: modulacao adrenergica e influencia do eixo hipotalamo-hipofise-adrenal.

Processo: 04/05702-4
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Mestrado
Data de Início da vigência: 01 de setembro de 2004
Data de Término da vigência: 28 de fevereiro de 2006
Área de conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Geral
Pesquisador responsável:José Antunes Rodrigues
Beneficiário:Silvia Graciela Ruginsk Leitão
Instituição Sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Homeostase
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Ativacao Neuronal | Modulacao Adrenergica

Resumo

A manutenção constante do volume e da composição dos líquidos corporais, definida como homeostase hidroeletrolítica, é essencial para a sobrevida dos organismos. As alterações da osmolalidade são detectadas por neurônios osmossensíveis localizados principalmente no órgão vasculoso da lâmina terminal (OVLT), órgão subfornical (SFO), área postrema (AP) e outros núcleos da região anterior do terceiro ventrículo (região AV3V). Modificações conformacionais nestas células levam à ativação de neurônios localizados nos núcleos supra-óptico (SON) e paraventricular (PVN), relacionados à secreção de vasopressina (AVP) e ocitocina (OT). Ao contrário disso, alterações no volume circulante geram impulsos que atingem o núcleo do trato solitário (NTS); desta região, os impulsos são enviados por via multisináptica às estruturas hipotalâmicas e região AV3V. Além da ação dos peptídeos OT e AVP sobre o balanço hidroeletrolítico, também participam desta regulação alguns neurotransmissores, como a noradrenalina, presente em estruturas como o locus ceruleus (LC). Dessa forma, a expansão do volume extracelular (hipertônica ou isotônica) parece ser um modelo experimental bastante interessante a fim de se estudar o comportamento destes mecanismos mediante alteração de volume ou osmolalidade. Como, nesta situação, ocorre alteração da homeostase, também procuraremos verificar o papel do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal sobre estas variáveis, identificando, por meio de técnicas de imuno-histoquímica, as áreas ativadas nesta situação experimental. (AU)

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Publicações científicas
(As publicações científicas contidas nesta página são originárias da Web of Science ou da SciELO, cujos autores mencionaram números dos processos FAPESP concedidos a Pesquisadores Responsáveis e Beneficiários, sejam ou não autores das publicações. Sua coleta é automática e realizada diretamente naquelas bases bibliométricas)
RUGINSK‚ SG; OLIVEIRA‚ FRT; MARGATHO‚ LO; VIVAS‚ L.; ELIAS‚ LLK; ANTUNES-RODRIGUES‚ J.. . Experimental Neurology, v. 206, n. 2, p. 192-200, . (03/00327-8, 04/05702-4)