Texto completo
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| Autor(es): |
Juliana Silva Rodrigues Cabral
Número total de Autores: 1
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| Tipo de documento: | Tese de Doutorado |
| Imprenta: | Ilha Solteira. 2016-08-31. |
| Instituição: | Universidade Estadual Paulista (Unesp). Faculdade de Engenharia. Ilha Solteira |
| Data de defesa: | 2016-07-05 |
| Orientador: | Ana Maria Rodrigues Cassiolato; Edson Luiz Souchie; Flávia Dionísio Pereira |
| Resumo | |
A mangabeira (Hancornia speciosa Gomes) se destaca entre as árvores frutíferas nativas do cerrado como uma das mais promissoras para programas de exploração sustentável. Apesar do potencial econômico, a falta de informações sobre esta cultura vem restringindo seu cultivo comercial. A propagação sexuada desta espécie é dificultada, pois suas sementes têm curta longevidade e a redução do teor de água prejudica sua viabilidade e vigor. A técnica de micropropagação possibilita a multiplicação em massa de mudas com características geneticamente superiores, uniformes, em espaço físico reduzido e curto período de tempo. Entretanto, ela elimina os microrganismos associados ao tecido vegetal, incluindo mutualistas como os fungos micorrízicos arbusculares (FMA), além dos promotores de crescimento vegetal, que podem melhorar o desempenho da planta sob condições de estresse, além de aumentar o rendimento. A inoculação destes microrganismos durante a micropropagação tem sido recomendada para reduzir o tempo de formação das mudas e de aclimatização, aumentar a tolerância a estresses bióticos e abióticos, resistência a patógenos e porcentagem de sobrevivência das mudas após o transplante. Objetivou-se com este trabalho a aclimatização de plantas micropropagadas de mangabeira com diferentes substratos e câmara úmida, inoculadas com fungos promotores do crescimento vegetal (FPCV) in vitro e ex vitro, associados com o FMA Glomus clarum, em casa de vegetação, para maximizar a produção de mudas a serem utilizadas em programas de formação de pomares e reflorestamento. Os experimentos foram conduzidos na UNESP - Universidade Estadual Paulista, Campus de Ilha Solteira e Instituto Federal Goiano – Campus Rio Verde (IF Goiano – Campus Rio Verde). O material vegetal utilizado na propagação in vitro foi retirado de frutos de diferentes plantas de mangabeira coletados na Fazenda de Ensino, Pesquisa e Extensão da UNESP Campus Ilha Solteira e na Fazenda Gameleira, município de Montes Claros de Goiás - GO. Todos os experimentos foram realizados e conduzidos por 120 dias. A associação do saco plástico como câmara úmida com o substrato Bioplant®, seguido da pulverização de FPCV e inoculação do G. clarum é o método mais adequado para aclimatização de plantas micropropagadas de mangabeira, em casa de vegetação. (AU) | |
| Processo FAPESP: | 12/14489-9 - Aclimatização de plântulas micropropagadas e produção de mudas de mangabeira utilizando microrganismos promotores do crescimento |
| Beneficiário: | Juliana Silva Rodrigues Cabral |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |