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Ana Luíza Garcia Millás Massaguer

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País de origem: Brasil

Bióloga com doutorado pelo Departamento de Engenharia de Materiais e Bioprocessos na Faculdade de Engenharia Química da UNICAMP (2012- 16), mestrado pelo Departamento de Tecnologia de Polímeros (2010-12) na Faculdade de Engenharia Química da UNICAMP e pós doutorado na Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP/São Paulo em colaboração com a empresa Natura Cosméticos (2019-21). Realizou dois períodos sanduíche, na empresa The Electrospinning Company junto à Nottingham Trent University no Reino Unido e na Cornell University nos Estados Unidos. Atua como pesquisadora e empreendedora nas áreas da engenharia de tecidos, da medicina regenerativa e da biofabricação, desenvolvendo modelos in vitro para atender as indústrias cosmética e farmacêutica, e terapias avançadas. É co-fundadora da startup 3DBS - 3D Biotechnology Solutions, especializada na customização de bioimpressoras 3D, equipamentos de electrospinning e no desenvolvimento de tecidos 3D para os campos da medicina regenerativa e da engenharia de tecidos. (Fonte: Currículo Lattes)

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Pele artificial


Publicado em 04 de fevereiro de 2015 - Pesquisa FAPESP. O país registra cerca de um milhão de pessoas por ano com queimaduras. Desse total, 2.500 morrem. Os acidentes com fogo são a segunda causa de morte na infância no Brasil. Esses números fizeram com que a criação em laboratório de substitutos de pele para uso como enxerto se tornasse um importante foco de pesquisa nos últimos 30 anos. Agora, pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) constataram em ensaios laboratoriais a eficácia de um substituto cutâneo tridimensional tendo em sua composição uma substância extraída de uma árvore nativa do país, a copaibeira (Copaifera langsdorffii). Veja no vídeo produzido pela equipe de 'Pesquisa FAPESP' como esse substituto cutâneo poderá ser usado como possível enxerto no tratamento de queimaduras e lesões graves.

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