| Processo: | 11/02080-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Pesquisa |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 28 de julho de 2012 |
| Área de conhecimento: | Engenharias - Engenharia de Materiais e Metalúrgica |
| Pesquisador responsável: | Douglas Gouvêa |
| Beneficiário: | Douglas Gouvêa |
| Pesquisador Anfitrião: | Alexandra Navrotsky |
| Instituição Sede: | Escola Politécnica (EP). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | University of California, Davis (UC Davis), Estados Unidos |
| Assunto(s): | Nanopartículas Materiais nanoestruturados |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Energia de Superfície | Estabilidade de tamanho | Nanopartículas | Síntese de nanopartículas | ZnO | Materiais Cerâmicos Nanométricos |
Resumo A compreensão do crescimento de partículas durante a nanosíntese vem sendo feita através de conceitos baseados na difusão das espécies que compõem os materiais. É indiscutível que a difusão é uma parte importante dos fenômenos de crescimento, mas certamente não é a única. O entendimento das diferentes contribuições é uma das chaves mestras para a obtenção de nanomateriais estáveis. O papel das superfícies e interfaces no processo de crescimento de partículas e grãos tem sido muito pouco explorado devido à grande dificuldade da sua análise química e também da própria determinação de sua energia. A aferição da energia de superfície de nanopartículas e nanogrãos só é possível até agora através de medidas diretas do calor de dissolução. Atualmente existe um único tipo de calorímetro no mundo capaz de realizar medidas de calor de dissolução e custa mais de um milhão de dólares. Contudo, a simples medida do calor de dissolução não é suficiente para a correta determinação da energia de superfície de um pó nanométrico. Vários fatores podem ter influência direta na correta determinação da energia de superfície, e dentre eles pode-se enfatizar: a formação de contornos de grãos ou pescoços entre as partículas, a segregação de aditivos ou de impurezas nas superfícies e interfaces e a adsorção de gases nas superfícies. A principal justificativa deste projeto é a possibilidade de conhecer e ter contato com uma nova técnica de caracterização que permita a obtenção da energia de superfície de nanopós utilizando-se da técnica de calorimetria de dissolução que é única no mundo e, por isso, inexistente no Brasil, e dentro de um grupo de reconhecimento internacional. A intenção final é ter um sistema semelhante no Brasil. Para isso, pretende-se obter materiais nanométricos através de síntese química e sua caracterização completa para, posteriormente, determinar-se a energia de superfície e verificar sua relação com a estabilidade de nanopartículas e nanogrãos com relação à atmosfera de síntese, principalmente de CO2. (AU) | |
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