| Processo: | 11/10288-6 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2013 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Zootecnia - Produção Animal |
| Pesquisador responsável: | Claudio Angelo Agostinho |
| Beneficiário: | Claudio Angelo Agostinho |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Botucatu |
| Pesquisadores associados: | Cecília Silva de Castro ; Daniel Argentim ; Paula Kern Novelli ; Raphaela Rezende Ribeiro |
| Assunto(s): | Ranicultura Alimentação animal Manejo animal |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | alimentação automática | Lithobates catesbeianus | manejo alimentar | Ranicultura |
Resumo
Nos diferentes sistemas de produção de rãs, os principais problemas na produção estão relacionados à qualidade da água e ao manejo alimentar. Nos sistemas em que a ração é fornecida diretamente na água e poucas vezes ao dia, ela perde qualidade com o tempo, podendo se contaminar com sobras de ração fermentada e fezes. Na produção de girinos um dos fatores limitantes é a necessidade de oferecer ração em pó na água, pois esta possui baixa estabilidade e pouco tempo de flutuação, limitando a disponibilidade e qualidade devido ao afundamento e lixiviação. Fornecer a ração mais vezes durante o dia, em pequenas porções, e criar os girinos e as rãs em tanque-rede pode ser uma solução para essas deficiências da ranicultura. O projeto tem por objetivo determinar a frequência e o período mais adequados para o fornecimento de ração para rã-touro (Lithobates catesbeianus) em tanque-rede, na fase de girinagem e recria. Para a fase de girinagem serão utilizados girinos de rã-touro distribuídos em 24 hapas de 1m3 em delineamento inteiramente casualizado em esquema fatorial, com três frequências alimentares (6, 12 e 24 refeições/dia) e dois períodos de fornecimento de ração, diurno e noturno. Para a fase de recria, as rãs serão distribuídas em 27 tanques-rede de 0,243m3, em delineamento inteiramente casualizado em esquema fatorial, com três frequências de alimentação (24, 48 e 72 refeições/dia) e três períodos (diurno, noturno e diurno/noturno). Os tanques-rede e as hapas serão dispostos em um viveiro de 2.000m2 e a ração será fornecida por meio de alimentadores automáticos. Serão avaliados o desempenho produtivo, características alométricas, atividade de enzimas digestivas, morfologia intestinal, histopatologia do fígado e digestibilidade aparente da ração. (AU)
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