| Processo: | 12/10948-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2015 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular |
| Pesquisador responsável: | Patrícia Gama |
| Beneficiário: | Daniela Ogias |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Diferenciação celular Mucosa gástrica Corticosterona |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Cbg | corticosterona | diferenciação celular | Gr | mucosa gástrica | separação materna-neonatal | diferenciação celular no epitélio gastrico |
Resumo O crescimento do trato gastrintestinal é um processo dinâmico regulado por muitos fatores como: o tipo de alimento ingerido, ação hormonal, ação de fatores de crescimento e programação genética. Qualquer distúrbio durante as primeiras fases de desenvolvimento neonatal pode causar modificações no crescimento que podem perdurar até a fase adulta. A separação materno-neonatal compreende a privação dos cuidados maternos e a restrição alimentar (jejum). Em filhotes, sabemos que o jejum aumenta a concentração plasmática de corticosterona e o binding à CBG, porém diminui o trânsito intracelular de GR. A corticosterona pode controlar direta ou indiretamente as etapas que levam ao crescimento e amadurecimento da mucosa gástrica. O processo de diferenciação celular no epitélio gástrico é gradativo e culmina na terceira semana de vida pós-natal, concomitantemente ao pico de secreção de corticosterona. Não conhecemos ainda como a separação materno-neonatal pode interferir nos processos de crescimento e de diferenciação celular do epitélio gástrico e qual o papel da corticosterona na regulação dos mesmos. Portanto utilizando o modelo de separação materno- neonatal em ratos, nossos objetivos serão: 1) conhecer seu efeito sobre a disponibilidade de corticosterona, 2) avaliar o crescimento da mucosa gástrica, 3) avaliar o impacto sobre o desenvolvimento e diferenciação dos tipos celulares que compõe o epitélio gástrico em filhotes e as consequências sobre o estômago de ratos adultos. Para tanto, iremos medir os níveis de corticosterona plasmática por RIA, a sua disponibilidade através do binding de CBG e do estudo de GR e de sua ligação com GRE's na mucosa gástrica. Também investigaremos por qPCR a expressão de genes que são marcadores de diferenciação celular e que são possíveis alvos de GR no epitélio para avaliarmos em seguida por Western blot e imunho-histoquimica a presença das proteínas codificadas por esses genes na mucosa gástrica. | |
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